- A greve geral de 3 de junho em Portugal vai afetar os transportes públicos, bem como o funcionamento de escolas e unidades de saúde.
- O Metro de Lisboa e a Transtejo Softlusa (TTSF) são os únicos serviços sem qualquer serviço mínimo garantido durante a greve.
- O acesso aos restantes transportes públicos pode ficar limitado, dificultando deslocações ao longo do dia.
- Portas do metro de Lisboa encerram esta terça-feira às 23h.
O dia 3 de junho assinalou uma greve geral que afeta vários setores em Portugal, incluindo transportes, educação e saúde. Segundo as autoridades, apenas alguns serviços mantêm operações mínimas. Entre estes, não há garantias de funcionamento para o Metro de Lisboa e para a Transtejo Softlusa (TTSF).
A greve envolve trabalhadores do setor público e privado, em protesto contra o novo pacote laboral apresentado pelo governo. O objetivo é expor reivindicações laborais e pressionar negociações, com impacto direto no normal funcionamento de serviços essenciais.
Em Lisboa, o metro e a Transtejo Softlusa são os únicos serviços sem serviços mínimos garantidos. O acesso a estas redes pode revelar-se impossível durante o período de greve, com efeitos significativos no deslocamento de trabalhadores e utilizadores locais.
Serviços afetados pela greve
O Metro de Lisboa não deverá manter horários normais, com encerramento de linhas ou serviços interrompidos. A Transtejo Softlusa também não dispõe de garantias de funcionamento, o que pode levar a alterações de horários e à indisponibilidade de ligações fluviais.
Outros operadores de transportes públicos podem ter atividades reduzidas ou horários diferenciados, dependendo da evolução da greve.
As autoridades recomendam confirmar horários junto dos operadores e planeamento de deslocações alternativas.
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