- O primeiro-ministro Luís Montenegro afirma que é mais importante agir do que debater se é reformista.
- A ênfase recai no reformismo de ação, crescimento, ambição e transformação, conforme defendido pelo líder do governo.
- Críticas de Pedro Passos Coelho e da oposição sobre falta de reformismo aumentam a pressão para entregar resultados.
- O Governo atua em seis áreas-chave, com a reforma do Estado à cabeça, tentando inverter caminhos e desmontar políticas de António Costa.
- O objetivo é mostrar que o governo está a produzir obra e a avançar reformas, em vez de apenas propaganda.
O primeiro-ministro Luís Montenegro defende que o essencial não é discutir se é reformista, mas agir. O objetivo é mostrar que o governo está a trabalhar, mesmo diante de críticas à falta de reformas.
Montenegro sublinha que reformas de prática, crescimento e transformação são prioridades centrais, ao contrário de promessas apenas de discurso. A frase surge após as jornadas parlamentares do PSD, marcadas por pedidos de ação.
Apesar das críticas de antigos dirigentes e da oposição, o governo aponta para uma viragem em seis áreas-chave. O foco inicial é o aperfeiçoamento do Estado, com medidas que alterem caminhos seguidos pelo governo anterior.
Áreas-chave: reformas em destaque
O Executivo tem vindo a inverter caminhos e a desmontar políticas implementadas pelos executivos de António Costa, segundo a orientação do PSD. A recuperação de ritmo nas políticas de Estado lidera a agenda.
As ações procuram demonstrar impacto direto na gestão pública e no crescimento, respondendo a pressões por maior eficácia e ambição reformista, numa conjuntura de críticas sobre comunicação e resultados.
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