- Nuno Melo afirmou que o CDS-PP não tem medo de ir a votos sozinho, embora isso não seja desejável.
- Considerou a “conversa da diluição” uma crítica profundamente injusta.
- Anunciou que não estará disponível para liderar o CDS com ideias que não sejam as suas.
- Apresentou a moção Tempo de Futuro durante uma sessão frente a cerca de 500 cadeiras, segundo a organização.
- Defendeu que continuar na Aliança Democrática é a melhor forma de manter o CDS onde importa.
Nuno Melo, líder do CDS-PP, afirmou que o partido não tem receio de ir a votos sozinho, embora considere essa perspetiva não desejável. A apresentação da moção Tempo de Futuro marcou a posição da direção sobre alianças.
O dirigente recusou as críticas a uma suposta diluição do CDS, descrevendo as acusações como injustas. Garantiu que a liderança atual está disposta a manter o rumo traçado por si, sem abrir mão das suas convicções.
Numa sala com cerca de 500 cadeiras preenchidas, Melo lembrou que foi sob a sua gestão que o CDS voltou ao Parlamento e ao Governo. Defendeu que permanecer na Aliança Democrática continua a ser a forma menos arriscada de manter o partido onde interessa.
Contexto
A apresentação da moção Tempo de Futuro ocorreu numa altura de debate sobre alianças parlamentares e estratégias eleitorais, com o líder a reiterar a importância da autonomia do CDS para o futuro da formação.
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