- Cabo Verde vai às urnas neste domingo para eleger o governo.
- O MpD junta feitos macroeconómicos considerados históricos, com fome e desemprego baixos.
- Mesmo assim, 40% dos cabo-verdianos querem partir do arquipélago.
- Os jovens, em particular, mostram desânimo relativamente à participação na democracia de alternância pacífica e no Estado de direito.
- o país é apresentado como um exemplo de estabilidade na África, mas persiste o ceticismo sobre mudanças reais na vida das pessoas.
Cabo Verde vai às urnas neste domingo para eleger o governo, num processo marcado pela defesa de uma democracia consolidada e por uma alternância pacífica de poder.
Segundo o MpD, o país alcançou feitos macroeconómicos relevantes, com fome significativamente reduzida e desemprego baixo, o que sustenta a narrativa de estabilidade económica.
Apesar disso, parte da população, especialmente jovens, mostra-se desmotivada para participar no processo político. Um recorte relevante aponta que 40% dos cabo-verdianos querem partir do arquipélago.
A análise sugere que a desconfiança na mudança efetiva de vida persiste, mesmo com o reconhecimento internacional de Cabo Verde como Estado de direito estável e com instituições consolidadas.
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