- O 32.º congresso do CDS-PP decorre este fim de semana em Alcobaça, com Nuno Melo recandidato à liderança.
- Melo afirma ter resgatado o partido da irrelevância e devolvê-lo ao poder através da Aliança Democrática (AD).
- O presidente do CDS-PP rejeita críticas à suposta diluição no PSD, assegurando que a coligação foi crucial para derrotar o PS e travar o crescimento do Chega.
- Refere que não valoriza a ausência de históricos no partido.
- O evento ocorre enquanto o CDS discute o rumo do partido e as opções de liderança.
O 32.º congresso do CDS-PP decorre neste fim de semana em Alcobaça, com Nuno Melo a recandidatar-se à liderança. O evento junta militantes, convidados e dirigentes, em moldura de regularidade interna.
Nuno Melo, eleito líder pela primeira vez em 2022, apresenta-se como o responsável por colocar o partido de novo no centro da vida política e devolvê-lo ao poder através da Aliança Democrática (AD). O presidente do CDS-PP também é ministro da Defesa Nacional.
Ao longo do congresso, Melo defende a opção de contenção de críticas sobre uma suposta diluição do CDS no PSD. Afirma que a coligação com o PSD foi crucial para derrotar o PS e travar o crescimento do Chega, mantendo o foco na estratégia do partido.
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