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Chega insinua sobre presidente do Constitucional e provoca reação

PS rejeita acusações de Ventura sobre pressões no Tribunal Constitucional e enfatiza a formação profissional como prioridade para o país

O líder socialista José Luís Carneiro
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  • O secretário-geral do Partido Socialista, José Luís Carneiro, reagiu às insinuações do Chega de que houve pressão do PS sobre o presidente do Tribunal Constitucional para renunciar.
  • Carneiro afirmou que as palavras do líder do Chega, André Ventura, “não cabem na cabeça de ninguém” e desviou o tema para o ensino profissional.
  • Reiterou que a prioridade é o ensino profissional e a formação: há cerca de 140 mil jovens à espera de respostas.
  • Sobre a reforma laboral, disse que o Governo apresentou propostas de forma atabalhoada, defendendo antes apostar na formação de jovens e trabalhadores para a produtividade.
  • Questionado sobre acordos com o PSD, afirmou que os 140 mil jovens podem contar com o PS, destacando a agenda de formação, qualificação e educação.

O líder socialista José Luís Carneiro esteve hoje em Setúbal, na Escola Profissional de Hotelaria e Turismo, integrada na Rota pelo Ensino e Formação Profissional. O objetivo foi responder à sugestão do Chega de que houve pressão do PS para o presidente do Tribunal Constitucional renunciar às funções.

Carneiro afastou a ideia de que o PS tenha influenciado a decisão. Afirmou que o foco do dia é o ensino profissional e a reconversão de trabalhadores, destacando a urgência de apoiar 140 mil jovens à procura de resposta educativa ou laboral.

O secretário-geral do PS aproveitou para sublinhar que a agenda do Governo deve passar pela formação, qualificação e articulação entre ensino profissional e superior. Criticou uma proposta de contrarreforma laboral, defendendo que a aposta na formação é a melhor forma de competir e progredir.

Sobre as reformas em discussão, Carneiro disse que ainda não houve contactos entre PSD e PS sobre o tema. Ressalvou que o Governo precisa clarificar o que pretende fazer a seguir, mantendo o foco da agenda socialista na educação e qualificação da população.

No final, reforçou que os 140 mil jovens sem estudo nem trabalho podem contar com o Partido Socialista, sem adiantar datas ou detalhes de medidas. A intervenção ocorreu durante a visita a Setúbal, no âmbito da referida rota educativa.

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