- O presidente do Chega, André Ventura, criticou o PSD por inviabilizar uma comissão de inquérito à Operação Influencer, apelidando-a de “motivos fúteis” e questionando o que o PSD teme.
- O PSD disse que não viabilizará a comissão, argumentando que a política não deve invadir o espaço da justiça nem servir interesses partidários.
- Ventura disse que vai levar a proposta a votos no parlamento e que pretende que a comissão seja criada, possivelmente a partir de setembro, na próxima sessão legislativa.
- O Chega já formalizou a proposta para uma comissão eventual de inquérito para avaliar a intervenção do ex-primeiro-ministro António Costa em processos ligados ao lítio, hidrogénio e ao data center de Sines.
- A bancada do Chega afirma que o objetivo é apurar a extensão da intervenção de Costa nesses três dossiers, evitando que o caso se torne num novo Marquês.
O Chega acusa o PSD de inviabilizar uma comissão de inquérito à chamada Operação Influencer, afirmando que os motivos são fúteis e questionando o que o PSD teme. As declarações surgem num contexto de disputa política sobre o tema.
O presidente do Chega, André Ventura, afirmou que não aceitará que este assunto seja desviado para outros temas. Alega que existem suspeitas fundamentadas envolvendo o governo de maioria absoluta e que a opinião pública prefere olhar para a matéria de forma séria.
Na véspera, a bancada do PSD informou que não viabilizaria a comissão de inquérito proposta pelo Chega. O partido sustenta que a política não deve invadir o espaço da justiça nem orientar-se por interesses partidários.
Ventura defende que a Operação Influencer não se torne num novo caso Marquês e questiona a hesitação do PSD. Lê-se entre Linhas a ideia de que, se existe temor, deve ser explicado publicamente, mantendo o foco no combate à corrupção.
O líder do Chega diz que vai levar a proposta a votos no parlamento, mantendo a intenção de instaurar a comissão ainda nesta legislatura. O Chega já formalizou, no domingo, o texto para avaliar a intervenção de António Costa em processos associados ao lítio, ao hidrogénio e ao data center de Sines.
O pedido prevê que a comissão se chame Comissão Eventual de Inquérito Parlamentar para avaliação da intervenção e eventual responsabilidade de membros do XXIII Governo Constitucional. O objetivo é apurar a extensão da participação de Costa em três dossiers: lítio nas minas do Romano e Barroso, o projeto de hidrogénio em Sines e o data center da Start Campus em Sines.
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