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Israel anuncia deportação de ativistas da flotilha detidos há mais de uma semana

Após mais de uma semana detidos, Saif Abukeshek e Thiago Ávila foram deportados de Israel; a ONU pediu libertação imediata e incondicional

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  • Israel deportou o ativista hispano-palestiniano Saif Abukeshek e o seu colega brasileiro Thiago Ávila, membros da Flotilha Global Sumud, que estavam detidos há mais de uma semana.
  • O Ministério dos Negócios Estrangeiros afirma que, após a investigação, os dois foram deportados e que Israel não permitirá violações do bloqueio naval sobre Gaza.
  • Os ativistas estavam em greve de fome desde a detenção, intensificada por Abukeshek na noite de cinco de maio, ao recusar água.
  • Ambos foram interrogados durante horas e não havia acusações formais contra eles; uma audiência no Tribunal de Ashkelon, prevista para hoje, ainda não decidiu a libertação ou prorrogação da detenção.
  • A Organização das Nações Unidas pediu a libertação imediata e incondicional dos dois, salientando que a solidariedade e o envio de ajuda humanitária a Gaza não constituem crime.

O Ministério dos Negócios Estrangeiros de Israel confirmou a deportação de Saif Abukeshek, ativista hispano-palestiniano, e de Thiago Ávila, ativista brasileiro. Ambos eram membros da Flotilha Global Sumud e estavam detidos em Israel há mais de uma semana. A deportação ocorreu após a conclusão da investigação, segundo o governo.

Os ativistas estavam em greve de fome desde a detenção, com Abukeshek a intensificar a recusa de água na noite de 5 de maio. Foram interrogados durante várias horas, sem acusações formais registradas até ao momento.

O Tribunal de Ashkelon, no sul de Israel, planeava uma audiência para decidir se prorrogaria ou libertaria os dois ativistas. A ONU pediu a libertação imediata e incondicional, defendendo que a demonstração de solidariedade não é crime nem a tentativa de fornecer ajuda humanitária a Gaza.

A flotilha visava entregar ajuda à população de Gaza e, segundo a ONU, não constitui violação do bloqueio naval. O caso mantém-se sob escrutínio internacional, com várias entidades a monitorizarem a situação.

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