- O secretário-geral do Partido Socialista convidou o primeiro-ministro a visitar mercados, para “tomar conta do custo de vida”, mencionando os mercados de Angeiras, Benfica e Alvalade.
- José Luís Carneiro afirmou que uma família de quatro pessoas com consumo mensal de diesel, gás e um empréstimo até 150 mil euros tem, em maio, um custo superior em cerca de 147 euros face a janeiro.
- O líder socialista recordou que o PS propôs reduzir em 67 euros o custo do cabaz alimentar, mas as propostas foram rejeitadas pelo Governo liderado por Luís Montenegro.
- Carneiro apresentou medidas do PS para aliviar o custo de vida, incluindo redução do IVA sobre combustíveis, eletricidade e gás, e apoio aos custos com bens alimentares.
- O dirigente socialista comentou a entrevista ao Tribunal Constitucional sobre a Lei da Nacionalidade, acusando André Ventura de distrair as atenções e de ser uma “boa muleta” para o Governo.
O secretário-geral do PS convidou o primeiro-ministro a visitar mercados para acompanhar a evolução do custo de vida. O desafio foi feito na margem de uma visita ao mercado de Angeiras, em Matosinhos, no Porto, com foco naquilo que o PS entende ser uma resposta prática para as famílias.
José Luís Carneiro referiu que o custo de vida de uma família de quatro pessoas já aumentou significativamente em maio face a janeiro, citando consumo de combustíveis, gás e encargos com a casa. O líder socialista lembrou propostas do PS que, na sua perspetiva, reduziriam o cabaz alimentar, mas que teriam sido rejeitadas pelo Governo.
O dirigente reiterou que o PS apresentou medidas para baixar o IVA sobre combustível, eletricidade e gás, bem como para estabilizar os preços de bens alimentares, e pediu ao primeiro-ministro para não ignorar as dificuldades vividas pelos cidadãos.
Questionado sobre a decisão do Tribunal Constitucional relativa à Lei da Nacionalidade, Carneiro não comentou diretamente, mas acusou André Ventura de tentar distrair a opinião pública com a ideia de realizar um referendo sobre a decisão. Afirmou que tal referendo não seria viável.
O secretário-geral do PS sustenta que Ventura atua como uma “muleta” para o Governo, desviando a atenção de problemas relevantes para as famílias. Não houve, neste ponto, resposta oficial sobre a viabilidade de novas medidas a curto prazo.
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