- A Comissão Nacional de Eleições encontra-se numa batalha interna que pode impedir o funcionamento por falta de quórum, caso membros da oposição ou o presidente não participem.
- Cinco representantes do Governo, do PSD e do CDS-PP suspenderam a participação nas reuniões, alegando que o presidente lhes negou acesso a informações sobre o funcionamento financeiro da comissão.
- O juiz João Carlos Trindade refutou a acusação em comunicado.
- O presidente da CNE pediu uma auditoria ao Tribunal de Contas.
- A situação cria risco de paralisia do órgão durante o processo eleitoral.
A comissão nacional de eleições está alvo de uma crise interna que pode paralisar o organismo por falta de quórum. Cinco membros que representam o Governo, o PSD e o CDS-PP suspenderam a participação em reuniões plenárias.
A acusação central é de recusa de acesso a informações sobre o funcionamento financeiro da comissão, segundo fontes envolvidas no processo. O presidente da CNE é acusado de dificultar esse acesso.
O presidente pediu uma auditoria ao Tribunal de Contas. Em resposta, o juiz João Carlos Trindade emitiu um comunicado que refuta as alegações de irregularidades.
Desdobramentos
A situação cria risco de paragem das atividades da CNE caso a suspensão se prolongue sem acordo entre as partes. Ainda não há uma data definida para retomar as reuniões.
Os impactos podem incluir atrasos no funcionamento das funções de supervisão eleitoral e na tomada de decisões internas da comissão.
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