- A requalificação da Escola Secundária de Penacova não ficará pronta dentro do prazo do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), segundo o presidente da Câmara, Álvaro Coimbra.
- O valor da obra é de 7,2 milhões de euros e o município não tem orçamento para responder sozinho a esse investimento.
- Enquanto as obras permanecem em atraso, as turmas continuam a ter aulas em contentores, apesar de dois blocos da escola já deverem estar terminados.
- A Câmara aponta fatores como as tempestades no início do ano, dificuldades do setor da construção civil, falta de mão de obra e atrasos na entrega de materiais como causas do atraso, e já contactou a CCDR Centro para encontrar soluções de financiamento.
- Além da escola, o município enfrenta o mesmo problema com 19 fogos de habitação a custos acessíveis em Eirinha, com o empreiteiro também a pedir prorrogação do prazo.
A Câmara Municipal de Penacova confirmou à agência Lusa que a obra de requalificação da Escola Secundária não ficará pronta dentro do prazo do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). O valor total da empreitada é de 7,2 milhões de euros.
O autarca Álvaro Coimbra afirmou que o atraso no cronograma é significativo e que já houve contactos com a CCDRC para avaliar soluções de financiamento futuro. O município está a acompanhar a operação junto das entidades competentes.
Aula continua a decorrer em contentores, porque dois blocos da escola deveriam já estar terminados. O presidente frisa que o orçamento do município não suporta o investimento sem apoio externo.
Atrasos no cronograma e financiamento
Tempos difíceis para o setor da construção, com tempestades no início do ano a atrasarem o projeto. Também há dificuldades com a mão de obra e com prazos na entrega de materiais, explicou o autarca.
Para além da Escola, Penacova enfrenta igual problema com 19 fogos de habitação a custos acessíveis na Eirinha. O empreiteiro pediu prorrogação de prazos, sinalizando necessidade de solução financeira.
Coimbra sublinha que o município não deve ser penalizado por falhas externas e defende que os instrumentos de financiamento são cruciais para investimentos estruturantes. A autarquia procura soluções para a conclusão do conjunto de obras.
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