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Carneiro pede IVA zero no cabaz alimentar; Montenegro acusa ambição socialista

Carneiro pede IVA zero no cabaz alimentar; Montenegro acusa-o de ser o "mais chegano dos deputados socialistas"

José Luís Carneiro no debate quinzenal
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  • No debate quinzenal, José Luís Carneiro pediu IVA zero sobre o cabaz alimentar, indicando que os portugueses já pagam cerca de 45 euros a mais em bens alimentares desde o início do ano.
  • Luís Montenegro respondeu, dizendo que o deputado socialista quer ser “o mais chegano dos deputados socialistas” e que há uma diferença de visão sobre como enfrentar o custo de vida.
  • O Primeiro-Ministro mostrou que tanto o PS como o Chega defendem IVA zero no cabaz, redução de IVA na energia e impostos sobre os combustíveis, mas com propostas distintas de implementação.
  • Carneiro acusou o Governo de aumentar os impostos sobre combustíveis, citando o aumento de 2,3 cêntimos por litro de gasóleo.
  • O debate ocorreu num contexto em que o Governo reduziu, recentemente, o desconto extraordinário do ISP do gasóleo, amplificando críticas sobre o custo de vida.

No debate quinzenal desta quarta-feira, José Luís Carneiro pediu IVA zero para o cabaz alimentar, alegando que o custo dos produtos básicos aumentou desde o início do ano e aponta para uma subida de cerca de 45 euros por família. O objetivo é aliviar o custo de vida.

Carneiro afirmou ainda que é possível adoptar esta medida de forma transitória para responder às dificuldades enfrentadas pelos portugueses, citando o impacto direto no orçamento familiar.

Luís Montenegro respondeu de forma contundente, lembrando críticas feitas ao líder do Chega, André Ventura, e disse que Carneiro tenta parecer o mais chegano dos socialistas. O PM sublinhou que PS e Chega têm propostas semelhantes em parte das medidas.

O primeiro-ministro apresentou uma leitura diferente sobre as soluções, destacando que há divergências sobre a forma de apoiar pessoas e empresas, mesmo reconhecendo que a sensibilidade aos problemas é comum entre as partes.

Carneiro também criticou o Governo por aumentos no custo dos combustíveis nas últimas duas semanas, referindo-se ao aumento de 2,3 cêntimos por litro de gasóleo e à redução do desconto extraordinário do ISP.

Fonte: Lusa / Diário de Notícias.

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