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Nova Agência de Investigação e Inovação escolhe João Barros como presidente

João Barros lidera a nova Agência para a Investigação e Inovação, encarregada do financiamento público à ciência, com Teresa Pinto Correia e Maria Moura Oliveira como vice-presidentes

João Barros era até agora o director-adjunto da Universidade Carnegie Mellon – África, no Ruanda
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  • O Governo anunciou, esta quinta-feira, os cinco membros que vão ditar os destinos da nova Agência para a Investigação e Inovação (AI2).
  • João Barros foi escolhido para presidente; é engenheiro electrotécnico e de computadores que, desde março de 2024, era o director-adjunto da Carnegie Mellon University Africa, no Ruanda.
  • Teresa Pinto Correia e Maria Moura Oliveira vão ocupar o cargo de vice-presidentes da AI2.
  • A AI2 resulta da fusão entre a Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) e a Agência Nacional de Inovação (ANI), anunciada há cerca de nove meses; a extinção da FCT ocorreu a 31 de julho.
  • O organismo ficará responsável pelo financiamento público da investigação científica em Portugal.

A Governo anunciou esta quinta-feira os cinco membros que vão orientar a nova Agência para a Investigação e Inovação (AI2), criada pela fusão da FCT e ANI. João Barros foi escolhido para presidente. Teresa Pinto Correia e Maria Moura Oliveira serão as vice-presidentes.

A AI2 ficará responsável pelo financiamento público da investigação científica em Portugal, substituindo a antiga tutela entre a FCT e os mecanismos de apoio à inovação. A nomeação foi enviada ao país como parte da reorganização institucional.

Quase nove meses após o anúncio da extinção da FCT, a 31 de Julho, a fusão com a ANI foi anunciada. O Governo confirmou agora a composição da nova estrutura para coordenar políticas de ciência e inovação.

O presidente eleito, João Barros, é engenheiro electrotécnico e de computadores. Até março de 2024, ocupava o cargo de director-adjunto da Universidade Carnegie Mellon – África, com base no Ruanda.

Composição da direção

Teresa Pinto Correia e Maria Moura Oliveira vão ocupar as vice-presidências, acompanhando Barros na gestão estratégica. A direção ficará também responsável por orientar financiamentos e programas de I&D.

A decisão faz parte da consolidação de políticas públicas de ciência, tecnologia e inovação, com foco na cooperação entre universidades, instituições e indústria.

Não foram divulgadas explicações adicionais sobre o processo de seleção ou prazos de mandato. A comunicação oficial detalha apenas as funções de cada elemento.

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