- O Papa Leão XIV, em Luanda, apelou ao diálogo após a intensificação dos ataques na Ucrânia, que continuam a atingir também a população civil.
- Durante a missa no Kilamba, pediu proximidade aos que sofrem, ressaltando orações pelo povo ucraniano e o caminho do diálogo.
- O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou que nesta semana a Rússia lançou mais de 2.360 ataques com drones, mais de 1.320 bombas guiadas e quase 60 mísseis.
- A guerra na Ucrânia já causou dezenas de milhares de mortes de civis desde fevereiro de 2022.
- O Papa elogiou a trégua anunciada no Líbano e pediu que se prossiga com o diálogo diplomático para uma paz duradoura no Médio Oriente.
O Papa Leão XIV apelou ao diálogo após o agravamento dos ataques na Ucrânia, durante a celebração da missa no Kilamba, em Luanda. Amissão ocorreu no segundo dia da visita papal a Angola.
O Sumo Pontífice manifestou solidariedade para com as vítimas e pediu que as comunidades intensifiquem o diálogo para cessar as hostilidades. A mensagem enfatizou a necessidade de serenidade e de caminhos pacíficos para uma solução duradoura.
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, informou que, nesta semana, a Rússia lançou mais de 2.360 ataques com drones, além de 1.320 bombas guiadas e quase 60 mísseis. O conflito já provocou dezenas de milhares de mortes civis desde fevereiro de 2022.
O Papa destacou ainda o sinal de esperança representado pela recente trégua anunciada no Líbano, descrevendo-a como um passo positivo para o povo libanês. Encorajou quem trabalha pela paz a manter o diálogo diplomático na região.
A oração de Maria Regina Caeli, habituada ao Angelus durante a Páscoa, foi utilizada para sustentar a mensagem de reconciliação e o compromisso com soluções diplomáticas que permitam o fim das hostilidades no Médio Oriente.
Entre na conversa da comunidade