- O congressista democrata Eric Swalwell suspendeu a campanha ao governo da Califórnia após denúncias de agressão sexual por ex-funcionárias.
- As acusações foram publicadas pelo The San Francisco Chronicle e pela CNN.
- Uma ex-assessora afirmou que Swalwell a agrediu sexualmente quando estava alcoolizada, deixando-a com hematomas e sangue; outras três mulheres também relataram conduta sexual inapropriada.
- Mais de cinquenta ex-colaboradores assinaram uma carta qualificando as denúncias como graves e críveis, pedindo a renúncia dele ao Congresso; Swalwell não comentou o cargo no Congresso na mensagem.
- Com a saída dele, outros pré-candidatos democratas continuam na disputa; no campo republicano, Steve Hilton é citado como um nome com apoio de Donald Trump.
O congressista democrata Eric Swalwell suspendeu a candidatura ao governo da Califórnia após denúncias de agressão sexual contra ex-funcionárias, divulgadas na sexta-feira pelo The San Francisco Chronicle e pela CNN. A decisão foi anunciada numa mensagem publicada na X.
Swalwell era o favorito nas primárias de junho para substituir o governador Gavin Newsom. A saída deixa o campo democrata sem o seu principal candidato segundo as sondagens.
Diversas figuras do partido abandonaram o apoio à candidatura, incluindo os senadores Adam Schiff e Ruben Gallego, conforme reportado pela imprensa norte-americana.
Uma ex-assessora afirmou que Swalwell a agrediu sexualmente quando ela estava alcoolizada, deixando-a com hematomas e a sangrar, segundo o Chronicle. Outras três mulheres relataram conduta sexual inapropriada, de acordo com a CNN.
Mais de 50 ex-colaboradores assinaram uma carta publicada no fim de semana, classificando as denúncias como graves e críveis e pedindo a renúncia ao Congresso. Swalwell, porém, não abordou o cargo no Congresso na mensagem publicada.
Desdobramentos na corrida
Com a saída de Swalwell, outros pré-candidatos democratas continuam na disputa pela indicação, enquanto no campo republicano surge Steve Hilton, ex-apresentador da Fox News, que recebe apoio de figuras associadas ao então presidente Donald Trump.
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