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Fujimori e López Aliaga na dianteira para a segunda volta no Peru

Primeira volta das presidenciais do Peru coloca Keiko Fujimori e Rafael López Aliaga na segunda volta a 7 de junho, com Fujimori na liderança

Keiko Fujimori
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  • Segundas eleições presidenciais em 7 de junho entre Keiko Fujimori e Rafael López Aliaga, segundo resultados preliminares.
  • Fujimori lidera a primeira volta com 17,16% dos votos válidos; López Aliaga segue com 16,7% (cerca de 40% dos votos escrutinados).
  • O candidato centrista Jorge Nieto aparece em terceiro lugar com 13,98%.
  • A abertura de centros de votação em Lima sofreu atrasos devido a falhas na distribuição de material, levando o JNE a prolongar a votação até hoje.
  • Observadores internacionais destacam que o processo decorreu sem irregularidades graves e com elevada participação.

A eleição presidencial do Peru entra na segunda volta, marcada para 7 de junho. Os primeiros resultados divulgados apontam Keiko Fujimori, da Força Popular, e Rafael López Aliaga, da Renovación Popular, como principais candidatos. A composição aponta para uma disputa entre conservadorismo e direita radical.

Com cerca de 40% dos votos apurados, Fujimori lidera com 17,16% e López Aliaga segue com 16,7% dos votos válidos, segundo os dados preliminares. O candidato centrista Jorge Nieto aparece em terceiro, com 13,98%. Os restantes concorrentes ficam abaixo de 10%.

A filha do ex-presidente Alberto Fujimori, que já disputou a segunda volta em 2011, 2016 e 2021, tenta consolidar a posição para a próxima contagem. López Aliaga alcança pela primeira vez esse estágio, marcando a continuidade de uma frente de direita no país.

Atrasos na abertura de mesas em Lima

A jornada eleitoral ficou marcada por atrasos na abertura de centros de votação na capital, Lima, devido a falhas na distribuição de material eleitoral. Esse problema impactou dezenas de milhares de eleitores em 211 mesas, gerando necessidade de ajustes logísticos.

O Jurado Nacional de Eleições decidiu prolongar o período de votação para cumprir o calendário eleitoral. A medida, sem precedentes, visou compensar as falhas e assegurar a participação cidadã.

UE e OEA destacaram que o processo decorreu sem irregularidades graves e com participação elevada. As organizações internacionais ressaltaram a condução geral do pleito, mesmo diante dos atrasos observados em algumas zonas.

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