- Seis meses depois das autárquicas, pelo menos vinte e três das setenta e cinco câmaras sem maioria encontraram solução para governar o executivo.
- Em dezasseis casos, a solução passou por acordos formais entre forças políticas.
- Nos restantes, houve mudanças de posição de vereadores, incluindo eleitos que passaram a independentes e passaram a integrar os executivos.
- O desbloqueio permitiu assegurar a maioria em mais de duas dezenas de executivos locais.
- O levantamento é do jornal Público.
Seis meses depois das autárquicas, 23 das 75 câmaras sem maioria encontraram solução para governar. A conclusão vem de um balanço inicial sobre a composição dos executivos locais.
Segundo o PÚBLICO, em 16 casos a solução ocorreu via acordos formais entre forças políticas. Nos restantes, houve mudanças de posição de vereadores, com eleitos que passaram a independentes e passaram a integrar os executivos.
As soluções permitiram formar maiorias estáveis no executivo municipal, embora em outros casos não tenha sido suficiente para conquistar a maioria na Câmara. O levantamento analisa apenas as câmaras que estavam sem maioria há seis meses.
O estudo, centrado em eleições locais, não aponta nomes, mas descreve tendências de alianças e passagens de partido que influenciam o controlo executivo em várias cidades.
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