- Luís Montenegro disse que não há alinhamento com esquerda nem com direita, prometendo escolher “as pessoas”.
- O balanço de dois anos serviu para sugerir que o PSD continuará sem parceiros preferenciais e que o controlo dos decisores públicos deve ocorrer a posteriori.
- Pedro Duarte, líder distrital do PSD e da Câmara do Porto, afirmou que, num tempo de polarização, o partido mantém uma linha coerente: é para a frente.
- Montenegro, em intervenção final, avançou a ideia de apresentar “ alguns lá-mi-rés” sobre os últimos anos do país.
O líder do PSD confirmou que, no balanço de dois anos de governo, o partido continua sem partners preferenciais e que o foco permanece na sua própria linha. A esperança é seguir em frente sem alinhar com blocos previsíveis.
Durante a intervenção final, Luís Montenegro defendeu que o controlo dos decisores públicos deve ocorrer a posteriori, mantendo a posição de definir cenários sem cedências imediatas a coligações formais.
O tom da comunicação foi reforçado pelo líder da distrital do PSD e da Câmara do Porto, Pedro Duarte, que destacou uma linha coerente em tempos de polarização, onde a tentação é deslocar o alinhamento para a esquerda ou para a direita.
O conjunto de declarações ocorreu no âmbito de um balanço público de dois anos do governo, com Montenegro a sublinhar a ausência de parcerias fixas e a insistir na avaliação de decisores após as decisões serem tomadas.
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