- O primeiro-ministro Viktor Orbán e o opositor Péter Magyar já votaram na área de Budapeste, num ato eleitoral com participação elevada.
- Orbán votou no final da manhã, em Zsámbék, a norte da capital; Magyar votou mais cedo no V distrito central de Budapeste.
- As primeiras estimativas apontam para uma afluência próxima de 75%, possível recorde de participação.
- Magyar apresenta o escrutínio como uma escolha entre manter o alinhamento com a União Europeia ou seguir como caso à parte no plano político.
- O resultado pode influenciar a posição da Hungria na UE em áreas como migrações, energia e relações com a Rússia, com a contagem completa prevista para o próximo sábado.
Viktor Orbán, primeiro-ministro húngaro, e o seu principal oponente Péter Magyar já votaram hoje, em Budapeste, num dia de eleições decisivas para o país. A votação decorre numa altura em que a participação é seguida de perto pela União Europeia.
Orbán votou no final da manhã, na região de Zsámbék, a norte da capital. Magyar votou mais cedo, na assembleia de voto do 1.º distrito central de Budapeste, no coração da cidade. Ambos estavam entre os candidatos mais visíveis na corrida.
A votação envolve cerca de 9,5 milhões de habitantes e pode moldar a posição da Hungria na UE, nomeadamente em áreas como migração, energia e relações com a Rússia. A campanha foi marcada por acusações mútuas de ingerência estrangeira.
Segundo números de participação do Gabinete Nacional de Eleições, a afluência pode chegar perto de 75%, indicativa de possível recorde. A contagem completa é esperada até ao próximo fim de semana, com os resultados ainda incertos por causa de uma disputa potencialmente renhida.
Entre os candidatos, Magyary propõe uma mudança de sistema que, segundo ele, romperia com o alinhamento atual da Hungria com Bruxelas. As sondagens de início de abril mostraram o Tisza na frente, num momento de insatisfação económica e câmara governamental.
Desfecho e Perspectivas
Analistas indicam que o resultado final pode levar dias a ficar definido, dependendo da velocidade da contagem. O desfecho terá impacto nas relações com Bruxelas, bem como na política de migração, energia e na postura em relação a parcerias internacionais.
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