- EUA e Israel lançaram ataques contra o Irão a 28 de fevereiro, alegando eliminar ameaças nucleares.
- A ofensiva provocou uma escalada de tensão, com Teerão a atacar Israel e interesses norte-americanos na região.
- Donald Trump aceitou suspender a ofensiva por duas semanas, aceitando uma proposta de cessar-fogo paquistanesa para a reabertura do estreito de Ormuz.
- As rondas negociais começaram ontem em Islamabad.
- O chefe de Estado americano afirmou que não faz diferença ter acordo, dizendo que os EUA já venceram.
Os EUA encerraram as negociações com o objetivo de abrir espaço para uma solução regional, e o deputado JD Vance regressou a Washington sem acordo definitivo. O atual impasse coloca pressão sobre a agenda diplomática norte-americana.
No dia 28 de fevereiro, segundo relatos, houve ataques conjuntos dos EUA e de Israel contra o Irão, sob a justificação de neutralizar ameaças nucleares. A ofensiva gerou uma escalada de tensão na região, com o Irão a responder com ações contra Israel e instalações norte-americanas nos países vizinhos.
O Presidente dos EUA indicou a suspensão temporária do ataque por duas semanas, aceitando uma proposta de cessar-fogo que inclui a reabertura do Estreito de Ormuz. As negociações sobre o cessar-fogo começaram ontem em Islamabad, no Paquistão, segundo fontes oficiais.
O chefe de Estado norte-americano afirmou, de forma veiculada pela comunicação institucional, que o resultado das negociações não faria diferença para a postura dos EUA, alegando vitória estratégica. Não houve confirmação de acordo enquanto a ronda em Islamabad decorre.
As negociações, que envolvem várias partes da região, seguem com foco na redução de hostilidades e na viabilização de canais diplomáticos de longo prazo. O andamento depende de garantias de cumprimento dos principais atores e de compromissos verificáveis.
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