Em Alta futeboldesportoPortugalinternacionaisgoverno

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

PCP acusa Chega de ser instrumento vocal do capital

PCP acusa Chega de ser instrumento barulhento do capital, impondo cinco condições para o código laboral, incluindo lugares no Tribunal Constitucional

Paulo Raimundo
0:00
Carregando...
0:00
  • O PCP acusou o Chega de ser um dos instrumentos mais barulhentos do capital ao apresentar cinco condições para aprovar o código laboral.
  • As cinco condições passam por ter assento no Tribunal Constitucional, no Conselho de Estado e no Conselho Superior de Magistratura, além de manter a trajetória de redução do IRC e da derrama estadual e manter o espaço mediático.
  • O líder comunista, Paulo Raimundo, questionou se o pacote laboral é benéfico para o país, dizendo que aumenta a precariedade e prejudica salários de quem trabalha.
  • O dirigente pediu aos militantes do PCP que reforcem a participação e juntem novos lutadores às lutas e manifestações do partido.
  • A manifestação em Lisboa, marcada para sexta-feira, visa protestar contra o pacote laboral, contra o aumento dos custos de vida e pela defesa de direitos, salários estáveis e tempo para a vida familiar.

A direção do PCP acusou o Chega de ser um instrumento vociferante do capital, ao apresentar cinco condições para apoiar o pacote laboral. Paulo Raimundo afirmou que o partido de direita é um dos veículos mais barulhentos do capital.

Segundo o líder comunista, as cinco exigências passam por ocupar lugares no Tribunal Constitucional, no Conselho de Estado e no Conselho Superior de Magistratura. Afirmou ainda que o Chega pretende manter vantagens mediáticas para sustentar demagogia e divisão.

Raimundo acrescentou que, além dessas posições, o pacote laboral deve manter a trajetória de cortes fiscais para o IRC e da derrama estadual, o que descreveu como parte das imposições do Chega.

O secretário-geral do PCP salientou que o Governo apresenta o pacote laboral como moderno, mas questionou se é benéfico para os trabalhadores. Disse que, na prática, pode aumentar a precaridade e reduzir salários.

Na intervenção, o líder reiterou que o PCP rejeita o pacote laboral e pediu aos militantes que se dediquem mais às lutas do partido. Reforçou a necessidade de membros novos para fortalecer a mobilização.

Paulo Raimundo indicou ainda que a manifestação marcada para sexta-feira em Lisboa visa contestar o pacote laboral e o aumento do custo de vida, defendendo respeito, salários estáveis e tempo para a vida familiar.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais