- O PCP acusou o Chega de ser um dos instrumentos mais barulhentos do capital ao apresentar cinco condições para aprovar o código laboral.
- As cinco condições passam por ter assento no Tribunal Constitucional, no Conselho de Estado e no Conselho Superior de Magistratura, além de manter a trajetória de redução do IRC e da derrama estadual e manter o espaço mediático.
- O líder comunista, Paulo Raimundo, questionou se o pacote laboral é benéfico para o país, dizendo que aumenta a precariedade e prejudica salários de quem trabalha.
- O dirigente pediu aos militantes do PCP que reforcem a participação e juntem novos lutadores às lutas e manifestações do partido.
- A manifestação em Lisboa, marcada para sexta-feira, visa protestar contra o pacote laboral, contra o aumento dos custos de vida e pela defesa de direitos, salários estáveis e tempo para a vida familiar.
A direção do PCP acusou o Chega de ser um instrumento vociferante do capital, ao apresentar cinco condições para apoiar o pacote laboral. Paulo Raimundo afirmou que o partido de direita é um dos veículos mais barulhentos do capital.
Segundo o líder comunista, as cinco exigências passam por ocupar lugares no Tribunal Constitucional, no Conselho de Estado e no Conselho Superior de Magistratura. Afirmou ainda que o Chega pretende manter vantagens mediáticas para sustentar demagogia e divisão.
Raimundo acrescentou que, além dessas posições, o pacote laboral deve manter a trajetória de cortes fiscais para o IRC e da derrama estadual, o que descreveu como parte das imposições do Chega.
O secretário-geral do PCP salientou que o Governo apresenta o pacote laboral como moderno, mas questionou se é benéfico para os trabalhadores. Disse que, na prática, pode aumentar a precaridade e reduzir salários.
Na intervenção, o líder reiterou que o PCP rejeita o pacote laboral e pediu aos militantes que se dediquem mais às lutas do partido. Reforçou a necessidade de membros novos para fortalecer a mobilização.
Paulo Raimundo indicou ainda que a manifestação marcada para sexta-feira em Lisboa visa contestar o pacote laboral e o aumento do custo de vida, defendendo respeito, salários estáveis e tempo para a vida familiar.
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