- Rui Costa deslocou-se esta manhã à Assembleia da República para conversar com vários grupos parlamentares sobre o processo de centralização e a rejeição da Benfica FM pela Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC).
- A ERC não autorizou o projeto radiofónico do grupo Bauer e do Benfica, alegando falta de pressupostos legais para a modificação do serviço Batida FM (e respetivas estações) para uma modalidade desportiva informativa.
- A decisão da ERC manteve que as alterações não aumentariam a diversidade da oferta radiofónica nas áreas de Amadora, Moita, Cantanhede e Maia, além de levantar dúvidas sobre a independência editorial do conteúdo.
- O regulador também informou que não associou os serviços de programas ao grupo Benfica FM, devido à participação relevante do Sport Lisboa e Benfica na conceção dos conteúdos.
- O Benfica reagiu, com José Gandarez a anunciar recurso da decisão e a ponderar uma possível participação criminal, e pediu audiências a todos os grupos parlamentares para apresentar o caso.
Rui Costa esteve hoje na Assembleia da República para um giro pelos vários grupos parlamentares. O tema em foco foi a centralização dos serviços e, ainda, a recusa da Benfica FM pela Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC). A imprensa desportiva destaca também o contexto do processo junto do regulador.
O presidente do Benfica participou na sessão parlamentar com o objetivo de esclarecer dúvidas sobre o projeto radiofónico do grupo Bauer e do Benfica. A ERC não autorizou a alteração proposta aos serviços de Batida FM, que passavam de temática musical para desportiva informativa. O regulador considerou que a modificação não reúne os pressupostos legais.
A decisão da ERC, a 25 de março de 2026, implica não associar esses serviços à Golo FM (Bombarral) e a identificação comum em antena como Benfica FM. A avaliação aponta que a troca temática não aumenta a diversidade de oferta nem a pluralidade de conteúdos nas áreas de Amadora, Moita, Cantanhede e Maia. Mantêm-se dúvidas sobre a independência editorial.
José Gandarez, vice-presidente do Benfica, manifestou-se contra a decisão e indicou que o clube vai apresentar recurso. Em declarações, mencionou ainda a possível avaliação de participação criminal e pediu audiências com todos os grupos parlamentares para esclarecer o dossiê junto dos deputados.
Entre na conversa da comunidade