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ONU reduz verbas para missão de capacetes azuis portugueses

ONU reduz orçamento da MINUSCA, deixando Portugal a financiar a diferença para 150 militares na QRF, incluindo comandos e paraquedistas portugueses

Militares à saída do Campo Portugal
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  • A Organização das Nações Unidas reduziu o orçamento da missão MINUSCA, passando a financiar apenas 150 militares portugueses para a QRF (força de reação imediata).
  • Antes, eram financiados 210 militares portugueses pela ONU, que agora cobre menos pessoal.
  • Portugal vai suportar a diferença orçamental entre o valor anterior e o novo financiamento.
  • Desde 2017, as Forças Armadas portuguesas têm contribuído com comandos, paraquedistas, outras especialidades do Exército e controladores aéreos táticos da Força Aérea na missão.

A ONU reduziu o orçamento da missão MINUSCA na República Centro-Africana, passando a financiar apenas 150 militares portugueses ligados à Força de Reação Imediata (QRF). O ajuste implica que o apoio a Portugal na missão diminuiu de 210 membros para este novo patamar.

Portugal cobre a diferença orçamental para manter a presença portuguesa na QRF, integrando comandos, paraquedistas e outras especialidades do Exército, bem como controladores aéreos táticos da Força Aérea. A mudança alterou a composição das forças portuguesas destacadas.

Desde 2017, as forças portuguesas na MINUSCA têm desenvolvido operações que vão além do patrulhamento, incluindo missões de comando, atividade de paraquedistas e suporte técnico em áreas de alto risco no país. A missão visa estabilizar o contexto de conflito prolongado.

O conflito na República Centro-Africana envolve 14 grupos armados, com confrontos entre eles e o Governo há mais de uma década. A participação portuguesa na QRF tem sido marcada por uma atuação de alta prontidão em cenários complexos, conforme reportado pela organização internacional.

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