- Mariana Vieira da Silva, defensora dos legados dos Governos de Costa, discursou no Congresso do PS, em Viseu, neste sábado.
- Afirmou que não devemos olhar para esse passado com nostalgia, nem com arrependimento.
- Considerou que há uma sucessão de erros na governação de Montenegro.
- Exigiu que o PS seja vigilante, exigente e muito vocal.
- Observou que o PSD ao Chega passou de “não é não” para um “sim sem condições”.
A defesa do legado dos governos de Costa marcou o discurso de Mariana Vieira da Silva no Congresso do PS, que decorre este sábado em Viseu. A ex-ministra reforçou a leitura sobre o passado recente do partido ao nível nacional e regional.
Não devemos olhar para esse passado com nostalgia nem com arrependimento, revelou a companheira de antiga equipa governativa. Referiu erros na governação de Montenegro, apresentando uma leitura crítica sobre a gestão pública no período recente.
Nesse contexto, Mariana Vieira da Silva sublinhou que o PS tem de manter-se vigilante, exigente e muito vocal. A ideia é assegurar que o partido cumpra objetivos e princípios, sem abdicar do escrutínio interno.
A dirigente também comentou a posição do PSD relativamente ao Chega, afirmando que o não acentuado de antes se tornou, na prática, um sim sem condições. O comentário aponta para uma mudança de tom na política nacional.
A intervenção ocorreu numa altura em que o PS discute estratégias de governação e alianças parlamentares, com foco em consolidar liderança e reconfirmar prioridades do partido. A fala incidiu na necessidade de consistência ideológica e responsabilidade governativa.
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