- Milhares de convidados participaram, em Bruxelas, numa celebração organizada pela Embaixada dos EUA para assinalar o 250.º aniversário da independência, no Parc du Cinquantenaire, a 28 de junho de 2026.
- O embaixador dos EUA na Bélgica, Bill White, abriu a cerimónia; estiveram presentes o primeiro-ministro belga, Bart De Wever, o secretário-geral da NATO, Mark Rutte, e a presidente do Parlamento Europeu, Roberta Metsola.
- O embaixador afirmou ter angariado mais de cinco milhões de dólares junto de mais de 220 doadores, com patrocinadores que incluíram Meta, Microsoft, Nike e McDonald’s, além de empresas belgas como Leonidas e Sibelco.
- O evento contou com atividades como basebol, touro mecânico e dança em linha, além de música, um sobrevoo cerimonial e um espetáculo de drones e fogo de artifício.
- Críticas e protestos também marcaram o dia: a Greenpeace exibiu uma faixa na Grand-Place a contestar a celebração, e grupos ativistas protestaram fora do perímetro de segurança, apontando para a privatização do espaço público e a falta de informação para moradores.
Milhares de convidados participaram este domingo em Bruxelas num evento organizado pela Embaixada dos EUA na Bélgica para assinalar o 250.º aniversário da independência norte-americana. A celebração decorreu no Parc du Cinquantenaire, junto às instituições da União Europeia. O objetivo foi celebrar 250 anos de independência e reforçar laços transatlânticos.
O embaixador dos EUA na Bélgica, Bill White, abriu a cerimónia. Entre os presentes estiveram o primeiro-ministro belga, Bart De Wever, o secretário-geral da NATO, Mark Rutte, e a presidente do Parlamento Europeu, Roberta Metsola. Jornalistas descreveram um programa com atividades, música e demonstrações.
Segundo a organização, o financiamento da celebração angariou mais de 5 milhões de dólares junto de mais de 220 doadores, incluindo empresas norte-americanas e belgas. Entre os patrocinadores constam Meta, Microsoft, Nike, McDonald’s, Leonidas e o Porto de Antuérpia-Bruges.
Críticas e protestos
O evento suscitou críticas entre moradores e organizações. Na manhã de domingo, a Greenpeace desplegou uma faixa de 600 metros quadrados na Grand-Place a questionar a celebração e a agenda envolvida. A ONG citou a relação entre política e negócios na ocasião.
Fora do perímetro de segurança, grupos de ativistas, como Extinction Rebellion, Indivisible Belgium e Rise for Climate, denunciaram a privatização de espaço público. Protestos destacaram preocupações ambientais e de transparência.
Moradores locais manifestaram descontentamento com a falta de informação sobre o evento e com o encerramento temporário de um dos maiores parques públicos. A onda de calor que atravessa a Europa intensifica o contexto crítico sobre o uso de espaço público.
Contexto e impactos
A atividade no Parc du Cinquantenaire coincidiu com um período de tensões globais e debates sobre o papel internacional dos EUA. Autoridades destacaram que o evento teve caráter institucional e cultural, com atividades de lazer, demonstrações militares e um show de drones e fogo de artifício.
Os organizadores defenderam a importância de reforçar a cooperação transatlântica. Acrescentaram que o programa incluiu atividades desportivas, danças e apresentações musicais para convidados.
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