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Noras e neta de quatro anos de madeirense morreram na Venezuela

Noras e neta de emigrante madeirense morrem no desabamento em Caraballeda, Venezuela; Víctor resgatado com vida após 34 horas de soterramento

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  • Os corpos das duas noras e da neta de Manuel Sardinha, emigrante madeirense, foram retirados dos escombros do prédio El Molino, em Caraballeda, Venezuela, mais de 48 horas após o desabamento.
  • No apartamento estavam sete pessoas: o filho Víctor, as duas noras, a neta, os padrinhos da criança e o pai Manuel Sardinha.
  • Víctor Sardinha foi resgatado com vida após 34 horas soterrado; o momento do resgate foi filmado e partilhado pelo irmão Luís, que também se salvou por estar a trabalhar no momento do desab.
  • A família é makeirense, com origem na Fajã da Ovelha.
  • O Governo português confirmou pelo menos 28 portugueses e lusodescendentes mortos nos dois sismos que abalaram a Venezuela, elevando o total de mortos para mais de 920.

Dois desabamentos de uma construção em Caraballeda, na região de La Guaira, Venezuela, tiraram a vida de membros da família de Manuel Sardinha, emigrante madeirense. Os corpos das duas noras e da neta foram retirados dos escombros mais de 48 horas depois do incidente.

A família, de origem na Fajã da Ovelha, Madeira, estava reunida para celebrar o São João no apartamento onde viviam, com sete pessoas no total. Entre os restantes estavam o filho Víctor, as noras, a neta e os padrinhos da criança, além do pai.

Víctor Sardinha foi resgatado com vida após ter estado soterrado 34 horas no edifício El Molino, em Caraballeda. O resgate foi filmado pelo irmão Luís, que também sobreviveu por estar a trabalhar no momento do abalo, assim como o pai Manuel.

O Governo português confirmou, na sexta-feira, a existência de pelo menos 28 portugueses e lusodescendentes mortos na sequência dos dois sismos que atingiram a Venezuela. O balanço oficial aponta mais de 920 vítimas no total.

Contexto e balanço oficial

Os sismos, já comprovadamente responsáveis por várias vítimas, continuam a exigir operações de busca e registo de vítimas. A comunidade portuguesa na Venezuela mantém o acompanhamento das informações oficiais divulgadas pelas autoridades locais e por Portugal.

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