- Depois de 14 milhões de dólares investidos, o lago artificial junto do memorial Lincoln em Washington viu a água “limpa” ficar verde com algas pouco tempo depois da renovação.
- A obra, que visava tapar fissuras, encher de água limpa e pintar o fundo de azul, terminou há poucos dias.
- O custo da intervenção disparou face ao orçamento inicial de entre 1,5 e 2 milhões de dólares.
- Segundo o Washington Post, é a maior eclosão de algas deste lago nos últimos cinco anos.
- As autoridades locais tentam agora remover as algas, repetindo o problema que motivou a renovação.
O lago reflecting pool junto do memorial Lincoln, em Washington, recebeu uma renovação de 14 milhões de dólares há poucos dias. O objetivo era limpar a água, tapar fissuras, renovar o fundo pintado de azul e enchê-lo com água limpa.
A obra, atribuída a um empresário próximo de Donald Trump, teve o custo amplamente superior ao orçamento inicial de 1,5 a 2 milhões de dólares e foi anunciada em abril. Trump criticou administrações anteriores pela falta de solução para as fissuras e as algas.
Segundo o Washington Post, a renovação ocorreu pouco após a conclusão e a água voltou a apresentar alga verde. A peça informativa descreve a maior eclosão de algas do lago nos últimos cinco anos, levando autoridades locais a planearem a remoção das algas.
O lago tem sido alvo de várias intervenções associadas ao governo em Washington. Além da obra no memorial, surgem discussões sobre reformas de outras estruturas públicas próximas, com impacto visível no cenário urbano.
As autoridades locais, por enquanto, mantêm o foco na qualidade da água. A renovação visava criar uma zona de água mais estável, mas o retorno das algas levanta questões sobre a eficácia do abastecimento e da circulação da água.
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