- O Presidente do Senegal, Bassirou Diomaye Faye, nomeou Ahmadou Al Aminou Mohamed Lo como novo primeiro-ministro, após ter demitido Ousmane Sonko no fim de semana.
- Lo, de 60 anos, prometeu cumprir o cargo com humildade e determinação, visando dar continuidade às conquistas do Executivo e alinhado com a Visão 2025, admitindo a situação difícil das finanças públicas.
- O novo primeiro-ministro era, até aqui, secretário de Estado da Presidência e responsável pela Visão 2050; foi anteriormente director nacional do Banco Central dos Estados da África Ocidental (BCEAO) entre 2018 e 2023.
- Em paralelo, Ousmane Sonko retomou o lugar na Assembleia Nacional e foi eleito presidente do Parlamento, com 132 votos a favor, após a saída da oposição do hemiciclo.
- As tensões entre Sonko e Faye partiram de divergências sobre reformas do Governo, incluindo uma reforma constitucional e reorganização institucional.
Após semanas de tensões entre aliados, o Presidente do Senegal, Bassirou Diomaye Faye, nomeou Ahmadou Al Aminou Mohamed Lo como novo primeiro-ministro. A demissão de Ousmane Sonko acelerou a mudança no Governo, enquanto Sonko passou a presidir o Parlamento.
A Presidência anunciou a nomeação de Lo, de 60 anos, dizendo que o objetivo é impulsionar as prioridades nacionais e reforçar a ação pública no quadro da Visão 2025. O anúncio chegou via redes sociais e desejou sucesso ao novo chefe do Governo.
Lo era, até agora, secretário de Estado da Presidência e responsável pela Visão 2050. Anteriormente foi director nacional do BCEAO, cargo que ocupou entre 2018 e 2023, acrescentando experiência financeira ao Executivo.
Paralelamente, Ousmane Sonko retomou o seu lugar na Assembleia Nacional, elegido presidente do Parlamento com 132 votos a favor, após a demissão de Malick Ndiaye. A oposição abandonou o hemiciclo em protesto contra a reintegração de Sonko.
Onds de fundo apontam para reformas constitucionais e reorganização institucional em agenda do Presidente. Tensões entre Sonko e Faye ganharam espaço público, incluindo declarações de Sonko sobre devolver o PASTEF à oposição se o Governo não se alinhasse com a sua visão.
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