- A Guarda Revolucionária Islâmica afirmou que passaram pelo estreito de Ormuz 25 navios nas últimas 24 horas, com autorização da Marinha iraniana e em coordenação com a Guarda.
- Os navios, incluindo petroleiros e navios porta-contentores, viajaram com o que a comunicação descreveu como “controle inteligente” e segurança da Marinha.
- A passagem pelo estreito é considerada crucial para o comércio global, com as autoridades iranianas a manterem que atuam de forma autoritária e sob proteção.
- O Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano acusou os Estados Unidos de violar o cessar-fogo no sul do país, após ataques norte-americanos a locais de lançamento de mísseis.
- O Centcom informou ataques a locais de lançamento de mísseis e a embarcações iranianas, alegadamente envolvidos na colocação de minas; a Guarda Revolucionária afirmou ter abatido um drone americano e disparado contra aviões que tentavam penetrar no espaço aéreo.
Desde Teerão, a Guarda Revolucionária informou que nas últimas 24 horas passaram pelo estreito de Ormuz 25 navios, entre eles petroleiros e navios porta-contentores, com autorização da Marinha iraniana. A passagem ocorreu em coordenação com as forças de segurança da Guarda Revolucionária.
A nota oficial destaca o que descrevem como um controlo inteligente do tráfego neste ponto estratégico para o comércio global. Advertem que a passagem decorre sob autoridade e que respondem com força a qualquer agressão.
Orbita de Ormuz e mapa de jurisdição
A Autoridade do Estreito do Golfo Pérsico publicou um mapa definidos limites da sua jurisdição na área, segundo informações do Irão. O mapa surge numa altura de tensões regionais e com o estreito a ser considerado um dos principais pontos de passagem energética.
Diplomacia e reacções internacionais
O Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano acusou os Estados Unidos de violar o cessar-fogo no sul do Irão, após ataques norte-americanos declarados como de autodefesa. Washington diz ter atacado alvos de lançamento de mísseis e embarcações iranianas envolvidas em minas.
O que aconteceu e quem está envolvido
O Centro de Comando dos EUA para o Médio Oriente (Centcom) anunciou ataques noturnos a instalações associadas a mísseis e a navios iranianos na zona do Estreito de Ormuz. A Guarda Revolucionária respondeu comunicando a defesa de seus espaços aéreos e marítimos. A ofensiva, segundo o Centcom, visava impedir ações hostis contra forças norte-americanas na região.
Contexto e desdobramentos
A Guarda Revolucionária afirmou ter abatido um drone de origem norte-americana e ter disparado contra aeronaves que tentavam penetrar no espaço aéreo iraniano. Os incidentes ocorrem num momento de contatos entre EUA e Irão para tentar chegar a um acordo que ponha fim ao conflito, apesar de divergências sobre pontos do dossier.
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