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França nega entrada ao ministro israelita Ben-Gvir por atitudes com ativistas

França proíbe a entrada do ministro da Segurança Nacional de Israel, Itamar Ben-Gvir, por atos inaceitáveis contra ativistas da flotilha para Gaza

O ministro israelita da Segurança Nacional, Itamar Ben-Gvir
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  • França proibiu a entrada de Itamar Ben-Gvir no país após a divulgação de um vídeo em que ativistas da flotilha para Gaza são forçados a ajoelhar-se com as mãos amarradas.
  • O anúncio foi feito por Jean-Noël Barrot, ministro francês dos Assuntos Europeus e Estrangeiros, que condenou “atos inaceitáveis” contra cidadãos europeus na flotilha Global Sumud.
  • Já tinham sido anunciadas proibições de entrada do ministro israelita por França, Espanha, Países Baixos e Eslovénia.
  • O vídeo suscitou indignação internacional, levando países e figuras a pedir sanções à União Europeia contra Ben-Gvir.
  • Ativistas relataram violência e humilhações durante detenções; o secretário-geral da ONU expressou preocupação com o tratamento dado aos manifestantes.

A França proibiu a entrada do ministro israelita da Segurança Nacional, Itamar Ben-Gvir, após a divulgação de um vídeo em que ativistas da flotilha com destino a Gaza são mostrados ajoelhados com as mãos algemadas. A decisão foi comunicada neste sábado pelo ministro francês da Europa e dos Negócios Estrangeiros, Jean-Noël Barrot.

Barrot justificou a medida pela divulgação de atos considerados inaceitáveis contra cidadãos franceses e europeus que integravam a flotilha Global Sumud. O governo francês já tinha reagido de forma contundente à publicação do vídeo nas redes sociais.

No vídeo, Ben-Gvir aparece ao lado de ativistas detidos no porto de Ashdod, onde estes teriam sido encaminhados após intercetar em águas internacionais. As imagens mostram pessoas de joelhos, com os rostos voltados para o chão, com semblante de humilhação e detenção.

Medidas e reações internacionais

A decisão francesa surge numa posição concertada com outros países europeus que já anunciaram proibições de entrada a Ben-Gvir, incluindo Espanha, Países Baixos e Eslovénia. Autoridades italianas também pediram à UE sanções contra o ministro.

Para a ONU, o Secretário-Geral manifestou preocupação com o tratamento alegadamente humilhante de ativistas detidos pela autoridade israelita, sublinhando a necessidade de responsabilização pelos incidentes relatados. O tom de preocupação foi reiterado por um porta-voz da instituição.

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