Em Alta Copa do Mundo futeboldesportoPortugalinternacionaisgoverno

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

ONU preocupa-se com ataque junto a central nuclear nos Emirados

A Agência Internacional da Energia Atómica manifesta profunda preocupação com o ataque de drone à central de Barakah, nos Emirados, sem feridos e com radiação estável

Foto: AFP
0:00
Carregando...
0:00
  • O diretor-geral da Agência Internacional da Energia Atómica (AEIA), Rafael Grossi, mostrou profunda preocupação com um ataque de drone perto da central nuclear de Barakah, nos Emirados Árabes Unidos.
  • Grossi disse que toda a atividade militar que ameace a segurança nuclear é inaceitável, e os níveis de radiação na central permanecem normais sem feridos anunciados.
  • O incidente provocou um incêndio num gerador que alimenta Barakah; a origem do drone não foi identificada, segundo o Centro de Emergência de Abu Dhabi.
  • A Autoridade Federal de Regulação Nuclear dos Emirados confirmou que o incêndio não afetou a segurança nem o funcionamento das unidades da central.
  • O Irão ainda não comentou o episódio; notícia recente do Wall Street Journal mencionou ataques alegadamente secretos contra o Irão, em contexto regional envolvendo a presença militar de EUA e aliados.

A Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) afirmou estar profundamente preocupada com um ataque de drone ocorrido junto à central nuclear de Barakah, nos Emirados Árabes Unidos. Segundo a AIEA, a atividade militar que ponha em risco a segurança nuclear é inaceitável, e não foram registados ferimentos nem alterações nos níveis de radiação na central.

Os Emirados Árabes Unidos denunciaram que o drone causou um incêndio num gerador que alimenta a instalação de Barakah, situada na região de al-Dhafra, no oeste do país. As autoridades locais ainda não identificaram a origem do drone.

As autoridades de emergência de Abu Dhabi indicaram que não houve feridos nem impactos na segurança radiológica. A Autoridade Federal de Regulação Nuclear confirmou que o incêndio não comprometeu a segurança da central nem o funcionamento dos sistemas essenciais.

O Governo dos EAU defendeu que as medidas tomadas no contexto da guerra com o Irão enquadram-se em ações defensivas, sem esclarecer se houve ataques diretos à República Islâmica. O Ministério dos Negócios Estrangeiros sublinhou a proteção da soberania, dos civis e das infraestruturas vitais.

Registam-se ainda sinais de tensão regional, com o Irão a manter silêncio sobre o incidente. A determinação de ações na região foi reforçada por relatos de ataques com presença militar norte-americana, conforme informações de serviços de segurança locais e observadores internacionais.

A notícia do dia anterior, publicada pelo Wall Street Journal, mencionou alegadas operações ofensivas secretas contra o Irão, incluindo uma ação ocorrida em abril contra uma refinaria na ilha de Lavan. As autoridades iranianas não comentaram o tema.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais