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Mais de 38 mil mulheres adultas e jovens morreram na ofensiva de Israel em Gaza

Relatório da Organização das Nações Unidas indica que mais de 38 mil mulheres morreram em Gaza, com 47 mortes por dia desde outubro de 2023, agravando a crise humanitária

Mais de 38 mil mulheres adultas e jovens morreram durante a ofensiva de Israel em Gaza
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  • O relatório da Organização das Nações Unidas indica que mais de 38 mil mulheres adultas e jovens morreram desde o início do conflito, em 7 de outubro de 2023, em Gaza.
  • Em média houve 47 mortes por dia ao longo dos dois anos de conflito entre Gaza e Israel.
  • O estudo aponta que mulheres, crianças e idosos representaram, em conjunto, mais de metade das vítimas, com o número real possivelmente maior devido à dificuldade de recuperar corpos nos escombros.
  • Cerca de 11 mil mulheres ficaram com deficiência permanente como consequência dos ataques.
  • Em outubro de 2025, o cessar-fogo mútuo não foi cumprido integralmente e teve um ataque recente em Gaza que causou cinco mortos, incluindo três crianças.

Mais de 38 mil mulheres adultas e jovens morreram no conflito entre Gaza e Israel, segundo um relatório da ONU. Em média, 47 mortes por dia foram registadas desde 7 de outubro de 2023. O saldo total de vítimas em Gaza supera as 71 mil durante dois anos de conflito.

O documento indica que as mulheres, as crianças e os idosos representam mais de metade das mortes. A falta de recuperação de corpos em escombros pode subestimar o total real de vítimas. Picos de mortalidade ocorreram quando houve maior destruição de infraestruturas.

Quase 11 mil mulheres ficaram com deficiência permanente devido aos ataques. Em fevereiro, a Lancet estimou que 4% da população de Gaza foi morta violentamente pelas forças israelitas. Em outubro de 2025, um cessar-fogo parcial foi acordado, mas não foi plenamente cumprido.

Duração e cessar-fogo

No momento da interrupção do conflito, Israel registava 1.139 mortes entre civis e militares. Em outubro de 2025, foi estabelecido o primeiro cessar-fogo mútuo, com retirada de parte das tropas e troca de prisioneiros. O acordo enfrentou violações recentes.

Um ataque aéreo recente em Gaza resultou em cinco mortos, incluindo três crianças, segundo dados ainda em apuração. As autoridades locais apontam que a situação humanitária permanece crítica, com danos generalizados em habitações e escolas.

As estimativas oficiais indicam que, desde o início do conflito, as vítimas civis continuam a aumentar, com impactos diretos na vida de mulheres, crianças e comunidades inteiras. O relatório da ONU reforça a necessidade de proteção e assistência humanitária.

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