- O aeroporto de Santiago-Rosalía de Castro, o segundo mais movimentado no norte de Espanha, vai encerrar de 23 de abril a 27 de maio para trabalhos de manutenção da pista.
- Durante o período, não haverá tráfego aéreo; não haverá descolagens nem aterragens.
- Grandes operadoras como Ryanair, Vueling e Iberia recebem voos para Santiago, o que pode levar viajantes a rever planos para o verão.
- Quem já tem viagem marcada deve contactar diretamente as companhias aéreas para alterações ou remarcações.
- Alternativas na região incluem o aeroporto da Corunha (Alvedro) e o de Vigo, com ligações nacionais e internacionais em alguns casos; Vigo fica a cerca de uma hora e meia de carro de Santiago. Além disso, 14 aeroportos espanhóis já enfrentam perturbações devido a greves.
O Aeroporto de Santiago-Rosalía de Castro, o segundo mais movimentado no norte de Espanha, ficará encerrado entre 23 de abril e 27 de maio para trabalhos essenciais de manutenção da pista. O terminal de Galiza recebe cerca de 3,1 milhões de passageiros por ano.
Durante o período, todas as operações ficarão suspensas, não havendo descolagens nem aterragens. O anúncio foi publicado no site oficial do aeroporto.
Companhias de grande dimensão, como Ryanair, Vueling e Iberia, operam voos para Santiago-Rosalía, o que poderá obrigar viajantes a repensar planos para a época de verão. Recomenda-se contactar as respetivas companhias.
Além de Santiago, a região da Galiza oferece alternativas aéreas para turistas nacionais e internacionais. A Corunha, via aeroporto de Alvedro, fica a cerca de 50 minutos de carro e já tem ligações com Londres, Genebra, Paris e Milão, com planos de novas rotas em 2026.
Outra opção é Vigo, com voos provenientes de Londres, Luton, Milão, Genebra e Marraquexe. Muitas ligações implicam escalas em Madrid ou Barcelona, embora algumas rotas diretas sazonais existam.
Quem escolher Vigo terá uma viagem de carro até à Galiza após o voo, com duração média de cerca de uma hora e meia. Esta região é um destino turístico popular no verão.
A notícia surge num momento em que 14 aeroportos espanhóis enfrentam perturbações devido a greves e paralisações de sindicatos de controladores aéreos. Jerez, Madrid-Cuatro Vientos, Sevilha e A Corunha já registam impactos significativos, entre outros, nas Canárias.
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