- São onze casos de mortes ou desaparecimentos de cientistas nos Estados Unidos, incluindo o físico português Nuno Loureiro, assassinado a tiro em dezembro.
- O presidente Donald Trump ordenou uma investigação à série de casos; o deputado republicano Eric Burlison pediu apoio bipartidário, sugerindo ligação entre acessos a informações classificadas e os acontecimentos.
- Amy Eskridge, de 34 anos, investigadora ligada a tecnologia antigravidade, morreu em 2022 na Alabama; a morte foi classificada como suicídio e Eskridge tinha criado a empresa The Institute for Exotic Science para divulgar a tecnologia.
- Entre os casos notáveis estão o assassinato do astrofísico Carl Grillmair, do Caltech, e a detenção de Freddy Snyder ligada ao crime; vários desaparecimentos ocorreram em instalações ligadas a Los Alamos, Brown University e MIT.
- O FBI recuperou um dispositivo com vídeos de Anthony Valente, que admitiu planeamento de ataques a Brown University, sem que tenha sido apresentada uma razão para os ataques.
Nº de cientistas mortos ou dados como desaparecidos cresce para 11, com o físico português Nuno Loureiro entre as vítimas. Loureiro foi morto a tiro em casa, em dezembro, nos EUA. A Administração de Trump anunciou a abertura de uma investigação federal sobre o conjunto de ocorrências.
O deputado republicano Eric Burlison afirmou que os casos apresentam sinais de coincidências relevantes, sugerindo ligação com acesso a informações classificadas sobre aeroespacial, defesa e fenómenos anómalos. O apelo por uma inquirição bipartidária ganhou força.
Novos detalhes sobre Amy Eskridge
Amy Eskridge, investigadora de 34 anos, foi associada a estudos sobre tecnologia antigravidade e vida extraterrestre. Morta em 2022, a causa foi registada como suicídio numa residência em Huntsville, Alabama. Antes da morte, tinha criado uma empresa para divulgar a tecnologia.
Eskridge tinha planeado tornar públicas informações sobre OVNIs, segundo entrevista de 2020, e afirmou ter recebido ameaças devido aos seus planos. A criação da empresa visava construir uma persona pública para divulgar as descobertas.
Entre os 11 casos em análise, Loureiro aparece ligado a Valente, um antigo monitor do IST, cuja morte ocorreu pouco antes do homicídio de Loureiro. Valente foi encontrado morto num armazém em New Hampshire, em contexto de investigação ligada a Loureiro.
Dois dias antes do homicídio de Loureiro, Valente matou dois estudantes na Universidade Brown, num ataque que feriu vários. O FBI confirmou o achamento de vídeos de Valente onde admite planeamento do ataque, sem revelar motivação.
Outros casos noticiados
Michael Hicks, 59 anos, físico da NASA, faleceu em julho de 2023. A causa de morte não foi tornada pública. Frank Maiwald, investigador da NASA, morreu em julho de 2024, sem divulgação oficial da causa.
Anthony Chavez, ex-funcionário de Los Alamos, desapareceu em maio de 2025. Investigações incluíram buscas em residências, trilhos e imagens de vigilância. Monica Jacinto Reza, também ligada à NASA, desapareceu em junho de 2025 numa floresta de Los Angeles; o corpo nunca foi encontrado.
Melissa Casias, administrativa no Los Alamos, desapareceu em junho de 2025 após sair de casa. Reza manteve-se desaparecida por dias, com buscas extensas. Steven Garcia, contratado do governo, desapareceu em agosto de 2025 em Albuquerque, portando uma arma.
Jason Thomas, investigador da Novartis, desapareceu em dezembro de 2025; o corpo foi encontrado em março, num lago de Massachusetts. Carl Grillmair, astrofísico do Caltech, foi assassinado à volta de casa; um suspeito foi detido no próprio dia.
William Neil McCasland, general reformado da Força Aérea, desapareceu em fevereiro de 2026, no Novo México, com rumores sobre ligações a programas de OVNIs.
Entre na conversa da comunidade