- A visita de Príncipe Harry e Meghan Markle à Austrália gerou forte polémica, com críticas sobre custos públicos associados à deslocação.
- As autoridades dos estados de Victoria e Nova Gales do Sul garantem operações de segurança reforçada, com parte dos gastos financiados por fundos públicos.
- Danica De Giorgio, da Sky News Australia, qualificou a digressão como “falsa” e afirmou que os contribuintes não a querem.
- A comentadora recordou a visita de 2018, dizendo que Meghan terá estado descontenta, e sugeriu que a perceção mudou após a saída da Família Real.
- Já existe uma petição com mais de 45 mil signatários a pedir ao governo australiano que não suporte as despesas da visita.
A visita de Príncipe Harry e Meghan Markle a Austrália, iniciada nesta terça-feira, 14 de abril, tem gerado forte polémica. O percurso inclui compromissos privados, empresariais e filantrópicos, com segurança reforçada apoiada por autoridades dos estados de Victoria e Nova Gales do Sul.
A presença do casal tem sido alvo de críticas devido ao financiamento público de parte da operação de segurança, originando uma petição com mais de 45 mil assinaturas para que o governo australiano não suporte esses custos.
A controvérsia ganhou peso com a intervenção de Danica De Giorgio, comentadora da Sky News Australia, que criticou a visita como sendo uma digressão real encobrida por interesses financeiros. A comentadora também mencionou uma visita anterior de 2018 e insinuou que a percepção pública mudou após a saída do casal da família real.
Controvérsia e contexto
De Giorgio argumentou que o casal já não desempenha funções reais ativas e que a presença deles no país não se justifica pela agenda real, sugerindo um foco financeiro e mediático. Também afirmou que, apesar de receções anteriores, o contexto atual não é favorável.
Além disso, a crítica incluiu a alegação de que Meghan Markle terá tido uma experiência insatisfatória na visita de 2018. As declarações foram feitas num tom duro sobre a forma como o casal é percebido pela população australiana.
A oposição pública às despesas do evento surge num momento em que a oposição ao governo local já defendia uma análise mais rigorosa dos custos da digressão. Fontes oficiais não se pronunciaram sobre as opiniões da comentadora.
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