- Em 28 de fevereiro, os Estados Unidos e Israel lançaram ataques contra o Irão, alegando eliminar ameaças nucleares.
- A ofensiva desencadeou uma escalada de tensão na região, com o Irão a reagir atacando Israel e interesses norte‑americanos em países vizinhos.
- Israel aproveitou para atacar o Hezbollah no Líbano.
- Com mediação do Paquistão, as negociações em Islamabad para o fim da guerra e a reabertura do estreito de Ormuz terminaram sem acordo.
- Não houve acordo sobre o fim da guerra nem sobre a reabertura do estreito de Ormuz, de acordo com o relatório.
O presidente dos EUA e o primeiro-ministro de Israel anunciaram ataques contra o Irão a 28 de fevereiro, alegando a necessidade de eliminar ameaças nucleares. A ofensiva intensificou a tensão regional, com Teerão a responder com ataques a Israel e a alvos dos EUA em estados vizinhos.
Paralelamente, Israel lançou ataques contra alvos do Hezbollah no Líbano, num episódio que aumentou o risco de escalada entre facções apoiadas por diferentes países. Autoridades militares norte-americanas mantêm vigilância na região.
Com mediação do Paquistão, negociações em Islamabad sobre o fim da guerra e a reabertura do estreito de Ormuz terminaram sem acordo. O objetivo era estabilizar a circulação marítima e reduzir a escalada entre as partes envolvidas.
Progresso nas negociações
Fontes próximas das negociações indicam que os representantes não chegaram a um compromisso vinculante. Não houve divulgação de termos propostos nem de datas para novas conversações, que podem reentrar numa fase exploratória nas próximas semanas.
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