- Péter Magyar, líder do Tisza, afirmou que a Hungria voltará a ser um forte aliado da Europa e da NATO, buscando recuperar o lugar no continente.
- Magyar discursou em Budapeste perante milhares de apoiantes, após a vitória sobre o Fidesz de Viktor Orbán, e revelou prioridades externas, nomeadamente Bruxelas para desbloquear fundos da União Europeia.
- Promete juntar-se à Procuradoria Europeia e restaurar o sistema de pesos e contrapesos, garantindo o funcionamento democrático do país.
- Apelou ao presidente da República, Tamás Sulyok, para que se demita, assim como a outros dirigentes nomeados por Orbán, acusando-os de representar interesses partidários.
- Com quase noventa e nove por cento dos votos contados, o Tisza deverá obter uma maioria de dois terços (138 lugares); o Fidesz fica estimado em 55 lugares e o Movimento Nossa Pátria entra com seis. Os votos de estrangeiros ainda estão por contar.
Péter Magyar, líder do partido de oposição Tisza, afirmou que a Hungria voltará a ser um forte aliado da UE e da NATO. O anúncio ocorreu no centro de Budapeste, diante de milhares de apoiantes, após a vitória esmagadora sobre o Fidesz de Viktor Orbán.
Magyar destacou que o país merece estar na Europa e que as primeiras viagens ao estrangeiro serão a Varsóvia e Viena. Seguirá uma visita a Bruxelas para desbloquear fundos comunitários congelados.
O líder da Tisza prometeu restaurar o sistema de pesos e contrapesos e aderir à Procuradoria Europeia, para investigar crimes financeiros transnacionais. Pediu igualmente a demissão de dirigentes nomeados por Orbán.
Convidou o presidente da República, Tamás Sulyok, a pedir ao vencedor que forme governo e abandone o cargo. A mensagem foi dirigida a outros dirigentes estatais ligados ao período dos últimos 16 anos.
Com quase 99% dos votos apurados, a Tisza parece destinada a uma maioria alargada no parlamento, estimando-se 138 lugares dos 199. O Fidesz manteria cerca de 55 assentos.
O Movimento Nossa Pátria, de extrema-direita, poderá entrar no parlamento como o terceiro partido, com seis lugares. O escrutínio continua, com votos no estrangeiro ainda por contar.
Mais de 90 mil eleitores votaram em assembleias no estrangeiro e cerca de 224 mil votaram fora do seu endereço. Esses boletins serão contabilizados nos próximos dias.
Entre na conversa da comunidade