- A NASA confirmou que a cápsula Orion amarou com segurança no Oceano Pacífico, encerrando a missão Artemis II.
- A Orion viajou a 11 quilómetros por segundo durante a reentrada.
- O processo de reentrada durou treze minutos, com seis minutos sem comunicações.
- O anúncio oficial foi feito com a expressão “Splash down confirm”.
- Em paralelo, surgem notas sobre justiça: Hélder Claro era juiz quando se envolveu numa rede criminosa; o advogado Paulo Topa poderá tentar fugir do país; a Polícia Judiciária desmantela a rede da “máfia das falências” com Topa implicado na criação de empresas falsas.
O módulo Orion, da missão Artemis II, amarrou no Oceano Pacífico, encerrando a viagem de reentrada com segurança. A NASA confirmou o splashdown, após um retorno de cerca de 13 minutos, com seis deles sem comunicações.
A cápsula viajou a 11 quilómetros por segundo durante a reentrada e caiu no Pacífico, conforme anunciado pela agência espacial. O objetivo era concluir a etapa de volta à Terra desta missão.
A Artemis II envolve astronautas que se preparam para regressar ao planeta, com a conclusão de uma fase crítica da missão. Detalhes adicionais sobre a operação, horários e paragens estão a ser divulgados pela NASA.
Caso judicial de maior repercussão
Hélder Claro, ainda juiz, é ligado a uma rede criminosa numa acusação do Ministério Público que o associa a negócios imobiliários ilícitos. A investigação envolve operações de natureza financeira e patrimonial.
O advogado Paulo Topa estaria a preparar-se para abandonar o país, segundo informações judiciais. Fontes indicam que o desfecho pode trazer novas implicações legais para o advogado.
A Polícia Judiciária anunciou a desmantelamento de uma rede designada como a “máfia das falências”, com o envolvimento de Topa na criação de empresas falsas. Em breve deverão ser divulgados novos desenvolvimentos oficiais.
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