- Os caças F-16M da Força Aérea Portuguesa já estão na Estónia para patrulhamento do Báltico, sob comando rotativo da Base Aérea de Amari.
- Portugal assume a liderança da missão de Polícia Aérea do Báltico da NATO, numa passagem de testemunho realizada a 31 de março, na Base Aérea de Ämari.
- O contingente português é composto por quatro caças F-16M e 95 militares, substituindo o contingente italiano após quatro meses de missão.
- A missão visa contribuir para a segurança e dissuasão na região, protegendo infraestruturas da Estónia, Letónia e Lituânia e salvaguardando o espaço aéreo dos três estados do Báltico, com exercícios conjuntos.
- Esta é a nona participação da Força Aérea Portuguesa em patrulhas aéreas dos Bálticos desde 2007, com o destacamento a decorrer entre 1 de abril e 31 de julho.
Portugal regressa ao Báltico para patrulhar o espaço aéreo da NATO
Caças F-16M da Força Aérea Portuguesa já estão na Estónia para começar mais uma missão de patrulhamento do Báltico. Portugal assume o comando rotativo da Base Aérea de Amari, no âmbito da NATO, por quatro meses.
A passagem de testemunho ocorreu na Base Aérea de Ämari, na Estónia, numa cerimónia entre a FAP e a Força Aérea Italiana, que liderou a missão nos últimos quatro meses. O contingente português é composto por 4 caças F-16M e 95 militares.
Contingente e objetivos
A missão visa a segurança e dissuasão no flanco leste da NATO, com foco na proteção das infraestruturas da Estónia, Letónia e Lituânia, que fazem fronteira com a Rússia. O destacamento também tem como finalidade salvaguardar o espaço aéreo dos três Estados bálticos e incluir exercícios de treino com forças locais e de outras nações da aliança.
A Força Aérea Portuguesa explicou que a presença portuguesa contribui para a segurança da região por meio de exercícios de treino aéreo, terrestre e naval, realizados em cooperação com forças da NATO. A tomada de comando rotativo fica vigente entre 1 de abril e 31 de julho.
Contexto e história da participação
Esta é a nona participação portuguesa em patrulhas aéreas dos Bálticos no âmbito da NATO. Desde 2007, Portugal tem integrado missões rotativas para manter a dissuasão e o apoio às operações da aliança na região. O ministro da Defesa estónio destacou a importância da cooperação entre Estados-membros, citando o reforço da unidade da NATO com a presença de forças vindas de Portugal.
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