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Protestos em Nova Iorque contra Governo de Donald Trump voltam às ruas

Milhares voltam às ruas de Nova Iorque para exigir a destituição de Trump, num protesto que apela à defesa da democracia e à participação cívica

Em Nova Iorque, mais de 100 mil pessoas participaram na manifestação
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  • A terceira edição do protesto No Kings aconteceu em Nova Iorque, com multidões a manifestar-se contra o Governo de Donald Trump.
  • O protesto arrancou junto ao Central Park e seguiu até à Times Square, com milhares de pessoas a pedir a destituição do presidente.
  • Os manifestantes afirmam que Trump ameaça a democracia e o Estado de Direito, criticando guerras, economia e leis.
  • Entre cartazes, houve críticas à influência de Benjamin Netanyahu e à guerra no Médio Oriente, com preocupações também sobre a política anti-imigração.
  • A organização espera o maior dia de ação não violento da história dos EUA, enquanto a Casa Branca afirma que só os repórteres se interessam pelos protestos.

O terceiro protesto do movimento No Kings reuniu milhares de manifestantes em Nova Iorque, a exigir a destituição de Donald Trump. O percurso começou junto a Central Park e seguiu até Times Square, num protesto não violento.

Os organizadores apelam à participação de mais de três mil ações em todo o país, como forma de contestar políticas do presidente e o modo de governar, que veem como uma tentativa de monarquia. A mobilização descreve-se como defesa da democracia.

Nova Iorque acolheu a maior parte dos participantes no país, com cartazes a criticar o atual executivo e a pedir a defesa da Constituição. Entre os cartazes, destacaram-se mensagens a favor de impeachment e a defesa dos direitos dos imigrantes.

O que motivou o protesto e quem está envolvido

Manifestantes repetiram a ideia central: rejeitar o que classificam como governo tirânico e pedir mudanças políticas. Entre os participantes estavam cidadãos de diversas faixas etárias, incluindo idosos que defendem a participação cívica.

Entre as ações do dia, destacou-se a preocupação com a guerra no Médio Oriente e com as políticas anti-imigração. Muitos defendem que, para resolver os conflitos, é essencial um manejo cuidadoso das questões internacionais.

A participação contemplou ainda um questionamento sobre a liderança atual dos EUA e o papel de aliados internacionais. Os manifestantes afirmam que a estabilidade interna depende do respeito pela lei e pela democracia.

Contexto e declarações oficiais

A organização do No Kings refere que o objetivo é reunir pessoas com diferentes queixas contra o Governo, sem focar uma única questão. Segundo a estrutura, a mobilização pretende preservar o poder do povo.

A porta-voz da Casa Branca, Abigail Jackson, afirmou que apenas os repórteres estariam interessados nesses protestos, numa declaração publicada pelo jornal New York Times. O conteúdo gerou resposta entre observadores locais.

No historial do movimento, a primeira edição ocorreu em junho, coincidindo com um desfile militar em Washington. Em outubro, a organização informou ter reunido mais de sete milhões de participantes em todo o país.

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