- Esmail Khatib, ministro dos Serviços de Informações e Segurança do Irão desde 2021, foi morto num ataque de Israel na madrugada passada.
- A morte segue outros dirigentes iranianos assassinados pelo mesmo país, incluindo Ali Larijani e Gholamreza Soleimani.
- Khatib tinha décadas de experiência no setor de inteligência e mantinha forte proximidade com o líder supremo Ali Khamenei.
- Era aluno de Khamenei no seminário de Qom e, antes de chefiar os serviços secretos, integrou a Guarda Revolucionária Islâmica.
- Em 2023, após o ataque do Hamas a Israel, elogiou a operação, qualificando-a como complexa e eficaz na frente de resistência ao regime israelita.
Esmail Khatib, ministro dos Serviços de Informações e Segurança do Irão, foi morto num ataque alegadamente realizado por Israel durante a madrugada passada, segundo declarações das forças israelitas. A informação sustenta-se numa atualização disseminada por Telavive.
Khatib, nomeado em 2021 para chefiar os serviços secretos iranianos, era uma figura de longa carreira ligada aos círculos do poder. Tinha uma relação próxima com o líder supremo Ali Khamenei, com quem estudou em Qom.
Ao longo da carreira, Khatib integrou a Guarda Revolucionária Islâmica e ocupou cargos relevantes no Ministério dos Serviços de Informações e Segurança. Era visto como uma voz firme de linha conservadora, crítica do Ocidente e ligada à retórica anti-Islão ocidental.
Aglutinava décadas de experiência na área de informações, com participação em estratégias de segurança interna. Em 2023, comentou publicamente a operação atribuída ao Hamas, classificando-a como uma ação de resistência contra o que chamou de regime sionista.
O anúncio da morte surge numa sequência de episódios de violência contra figuras-chave do regime iraniano, após o assassinato de Ali Larijani, figura nuclear e diplomática, e de Gholamreza Soleimani, chefe da Basij, forças paramilitares associadas à Guarda Revolucionária.
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