- Alemanha, Canadá, França, Itália e Reino Unido emitiram um comunicado conjunto a defender que uma ofensiva terrestre israelita de grande envergadura no Líbano deve ser evitada, por poder provocar um conflito prolongado.
- Os signatários destacam que tal ofensiva teria consequências humanitárias devastadoras e agravaria a crise no Líbano, onde já se registam deslocamentos massivos.
- Antes, o exército de Israel informou ter lançado operações terrestres limitadas contra o Hezbollah no sul do Líbano, área onde mais de um milhão de pessoas estão deslocadas desde o início da war.
- Os líderes condenaram a decisão do Hezbollah de alinhar-se com o Irão e apelaram para que depor as armas, mantendo o foco na calma e na contenção.
- O conflito no Líbano intensificou-se após o Hezbollah atacar Israel para vingar a morte do guia supremo iraniano, Ali Khamenei, levando a fortes ataques aéreos israelitas e a bombardeamentos no sul do país.
Oito itens de notícia em foco: cinco países ocidentais emitiram um comunicado conjunto a defender que uma ofensiva terrestre israelita de grande envergadura no Líbano deve ser evitada. A declaração foi publicada numa segunda-feira, num contexto de escalada na região.
Segundo o texto, uma ofensiva terrestre de grande dimensão teria consequências humanitárias devastadoras e poderia prolongar o conflito. A situação no Líbano já se encontra marcada por deslocamentos massivos de população desde o início da guerra.
Antes da nota, o exército israelita anunciou ter lançado operações terrestres limitadas no sul do Líbano, onde mais de um milhão de pessoas estão deslocadas. Os cinco países condenaram ainda a decisão do Hezbollah de alinhar-se com o Irão nas hostilidades e pediram ao grupo para depor as armas.
Contexto do conflito
O Líbano foi arrastado para a crise após o Hezbollah atacar Israel, buscando vingar o assassinato do aiatolá Ali Khamenei, morto a 28 de fevereiro, numa ofensiva regional entre Israel e o Irão. Israel respondeu com ataques aéreos massivos sobre o Líbano, com bombardeamentos no sul, apoiados por artilharia e unidades blindadas.
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