- O Governo apresenta uma nova série de certificados do tesouro com objetivo de estimular a poupança de médio prazo junto dos cidadãos.
- O instrumento tem maturidade de dez anos, em vez de sete, e não inclui prémio ligado ao crescimento do PIB.
- A subscrição tem vigor com valor nominal de uma unidade de 1 euro, sendo o investimento mínimo de 1000 euros, com juros pagos anualmente.
- As taxas de juro crescem ao longo do tempo, começando em 2,35% no primeiro ano e chegando a 3,35% no décimo ano; garantidas até à amortização.
- A subscrição inicia já nesta segunda-feira; é possível resgatar antecipadamente a partir do final do primeiro ano, com penalização de juros corridos desde o último vencimento.
O Governo publicou uma resolução no Diário da República que lança uma nova série de certificados do tesouro. O objetivo é apresentar uma opção de poupança de médio prazo com taxa fixa garantida, sem risco de perda de capital, para diversificar os produtos disponíveis aos aforradores.
Os certificados do tesouro da série 5 ajudam a estimular a poupança entre cidadãos com menor necessidade de liquidez. Têm maturidade de 10 anos, valor nominal de 1 euro por unidade e subscrição a partir de 1000 euros.
As taxas são fixadas no momento da subscrição e remuneram de forma crescente ao longo do período. O pagamento é anual, com possibilidade de reembolso antecipado a partir do final do primeiro ano, mediante penalização de juros desde o último vencimento.
Taxa de juro crescente
As taxas começam em 2,35% no primeiro ano e sobem para 2,45% no segundo, até atingir 3,35% no décimo ano. As remunerações ficam garantidas até à amortização, conforme a resolução publicada.
A Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública (IGCP) pode ajustar as taxas para novas subscrições mediante instrução governamental e despacho, em função de condições de mercado e necessidades do financiamento público.
Os certificados pagam juros anualmente e destinam-se a aforradores com menor necessidade de liquidez. O Governo aponta a finalidade de contribuir para a diversificação dos produtos de aforro disponíveis aos cidadãos.
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