- Autarcas da Região do Douro defendem criar uma taxa para turistas que pernoitam em navios-hotel na via navegável entre Porto, Gaia e Barca d’Alva, em Figueira de Castelo Rodrigo.
- A cobrança seria para assegurar uma compensação mais direta aos municípios ribeirinhos pelos custos ambientais, recolha de resíduos e pressão sobre os cais.
- Os responsáveis reconhecem a importância económica dos cruzeiros, mas defendem que a atividade acarreta custos que devem ser compensados.
- A proposta surge no contexto de investimentos na valorização da paisagem que sustenta o turismo fluvial.
Vários autarcas da Região do Douro defendem a criação de uma taxa turística para os turistas que pernoitam nos navios-hotel na via navegável entre o Porto e Gaia, bem como em Barca d’Alva, em Figueira de Castelo Rodrigo. A proposta surge como forma de compensar impactos da atividade, sobretudo nos cais, no ambiente e na gestão de resíduos.
A ideia pretende que a atividade dos cruzeiros tenha uma participação mais direta dos municípios ribeirinhos. A pressão ambiental, os custos de recolha de resíduos e a preservação da paisagem que sustenta o turismo fluvial entram na equação da remuneração a apoiar investimentos locais.
Os responsáveis ouvidos pelo Jornal de Notícias reconhecem a importância económica dos cruzeiros, mas consideram que os custos associados justificam uma compensação aos municípios. A discussão ocorre num contexto de gestão de recursos e de valorização turística da região do Douro.
Participantes e próximos passos
- Autarquias da região do Douro defendem a criação da taxa para pernoites em navios-hotel.
- Fonte citada pelo JN aponta para a necessidade de equilibrar impactos ambientais, custos de operação e investimento em infraestrutura ribeirinha.
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