- Autarcas da Covilhã e do Algarve dizem que a transferência de competências para as câmaras aumenta o peso financeiro dos transportes.
- O custo de manter o serviço de transportes públicos já é elevado para as contas municipais.
- Sem apoio adicional do Estado, não há condições para investir na expansão da rede.
- Alegam que o financiamento dos transportes está a ser direcionado quase todo para áreas metropolitanas.
Os autarcas denunciam o peso financeiro dos transportes públicos nas contas das câmaras. O acréscimo de custos já não permite manter o serviço com qualidade, segundo líderes locais.
Covilhã e Algarve são citadas como exemplo de zonas onde o impacto é mais pesado. Falam de um encargo permanente que reduz a margem para investimentos em rede.
Os políticos afirmam que o financiamento atual está a favorecer áreas metropolitanas em detrimento de regiões interiores e do litoral Algarvio. O resultado é menor capacidade de expansão.
Em causa está a perceção de que o Estado central não acompanha o ritmo do aumento de custos, comprometendo a sustentabilidade financeira dos serviços e a possibilidade de ampliar a cobertura.
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