- Em Lisboa, no dia de 18 de junho, Paulo Macedo, presidente da Caixa Geral de Depósitos, defendeu o aumento dos salários dos dirigentes da Administração Pública.
- Propõe terminar a indexação às remunerações dos políticos para assegurar maior independência na gestão.
- Defende que a remuneração dos dirigentes seja compatível com o mercado, para atrair e reter os melhores quadros.
- Sublinha a necessidade de maior autonomia na gestão dos recursos humanos do Estado para decisões mais eficazes.
- Afirmou que os salários devem refletir responsabilidade e desempenho, sem indexação automática que possa comprometer a eficiência.
Paulo Macedo, presidente da Caixa Geral de Depósitos, defendeu em Lisboa um aumento dos salários dos dirigentes da Administração Pública e o fim da indexação às remunerações dos políticos. A proposta visa maior flexibilidade na gestão de recursos humanos do Estado.
Segundo o responsável, a remuneração dos dirigentes deve ser compatível com o mercado para atrair e reter quadros qualificados. A eliminação da indexação permitiria maior independência na gestão e tomada de decisões.
Macedo destacou a importância de uma gestão mais autónoma dos recursos humanos, com foco em desempenho e responsabilidade. A ideia é ajustar salários à função e ao impacto na eficiência da administração pública.
O presidente da CGD reiterou a necessidade de uma reforma na gestão de pessoas do Estado, para que o setor público responda melhor às exigências da sociedade e às mudanças económicas e sociais.
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