- A easyJet pediu ao Governo para não deixar as filas nos aeroportos chegarem ao extremo.
- A companhia sustenta que há passageiros que perdem voos e não voltam.
- O pedido foi feito pelo diretor da easyJet em Portugal, José Lopes.
- José Lopes solicita flexibilidade com o sistema europeu de controlo de fronteiras.
- Apela ainda ao acelerar do reforço de agentes da PSP nos aeroportos.
O diretor da easyJet em Portugal, José Lopes, pediu ao Governo que não permita que as filas nos aeroportos atinjam o extremo e que haja impacto nas partidas dos passageiros. Segundo a transportadora, há viajantes que perdem voos e não voltam a agendar novas viagens.
Lopes defende maior flexibilidade com o sistema europeu de controlo de fronteiras e reforço das ações de fiscalização. A ideia é evitar atrasos que comprometam as ligações internacionais e a confiabilidade da companhia.
Além disso, o responsável pediu acelerar o reforço de agentes da PSP nos aeroportos, para melhorar a gestão de fluxos de passageiros. A iniciativa visa reduzir o tempo de espera e diminuir o risco de perdas de voos.
Pedido de flexibilização e reforços
As alegadas dificuldades são apresentadas pela easyJet como um problema operacional que afeta a experiência dos clientes. A empresa aponta para a necessidade de coordenação entre autoridades e o setor privado para evitar incidentes futuros.
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