- O Banco de Portugal contratou, sem concurso, uma sociedade de advogados para dois anos, para apoiar decisões sobre o seu edificado.
- Em Lisboa, o BdP está a construir uma nova sede para concentrar edifícios, tem terreno a desfazer, imóveis para desocupar e vender, e um edifício ocupado temporariamente que também terá de deixar.
- Há ainda um edifício sob gestão do BdP com situação estrutural preocupante.
- Em âmbito nacional, o BdP tem feito alterações na gestão do edificado e o tema já gera celeuma entre os anteriores e o atual governador, mantendo-se polémico no Parlamento.
- Os governadores, de ambos os lados, deverão deslocar-se ao Parlamento brevemente para abordar o assunto.
O Banco de Portugal contratou uma sociedade de advogados sem concurso público para apoiar decisões sobre o seu património imobiliário, num contrato de dois anos. A aposta visa ajudar na gestão de imóveis em Lisboa e no território nacional. A nova equipa deve orientar opções estratégicas.
A instituição está a construir uma nova sede para consolidar edifícios, tem um terreno a desfazer-se, imóveis para desocupar e vender, um edifício ocupado temporariamente que terá de sair e outro com localização e estado estrutural preocupantes. O objetivo é uma solução integrada.
A escolha da sociedade de advogados sem concurso gerou controvérsia entre o anterior e o atual governador, e o tema tem sido discutido no Parlamento, com futuras testemunhas previstas. A maior parte das informações públicas aponta para avaliação de impactos financeiros e jurídicos.
Controvérsia e Parlamento
A contratação é apresentada como parte da gestão anual do edificado do BdP, com foco em decisões de longo prazo sobre património. A medida surge num contexto de ajustes de ativos imobiliários e de reestruturação institucional. O BdP não revelou detalhes adicionais sobre o processo de seleção.
O acordo inclui a presença de assessoria jurídica ao longo de dois anos e abrange decisões sobre venda, desocupação e reorganização de imóveis. A instituição mantém o foco na otimização de ativos e na mitigação de riscos estruturais, sem indicar prazos específicos de conclusão.
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