- A circulação rodoviária na Avenida D. Carlos I, em Lisboa, será reposta a partir das 10:00 de quinta-feira, após as obras associadas à futura estação de Santos da Linha Circular.
- Os trabalhos na zona do Largo Vitorino Damásio, entre a Rua da Boavista e a Rua D. Luís I, ficam concluídos nesse momento.
- As carreiras da Carris 706, 727, 774NFS e 67B retomam a circulação a partir de 28 de maio; a carreira 25E começa a operar a partir de 01 de junho, em reposição coordenada entre o Metropolitano de Lisboa, a Carris e a Câmara Municipal de Lisboa.
- As intervenções integram o prolongamento da rede entre a estação do Rato, na Linha Amarela, e o Cais do Sodré, na Linha Verde, com a criação da Linha Circular, que contará com novas estações na Estrela e em Santos.
- A Linha Circular está prevista entrar em funcionamento no primeiro trimestre de 2027, com cerca de dois quilómetros de extensão, buscando reforçar a oferta de transporte público, a conectividade da rede e reduzir tempos de deslocação urbana.
A circulação rodoviária na Avenida D. Carlos I, em Lisboa, ficará reposta na quinta-feira, após as intervenções associadas à construção da futura estação de Santos da Linha Circular. O reaproveitamento da via acontece a partir das 10:00, na área entre a Rua da Boavista e a Rua D. Luís I, junto ao Largo Vitorino Damásio.
O Metropolitano de Lisboa confirmou a conclusão dos trabalhos no local e a retoma de circulação automóvel. Em relação ao transporte público, as carreiras da Carris 706, 727, 774NFS e 67B voltam a operar a partir de 28 de maio; a carreira 25E retoma a 1 de junho. A reposição é conjunta entre o Metropolitano, a Carris e a Câmara Municipal de Lisboa.
Linha Circular em desenvolvimento
As intervenções integram o prolongamento da rede entre a estação do Rato, na Linha Amarela, e o Cais do Sodré, na Linha Verde, permitindo a criação da Linha Circular com novas estações na Estrela e em Santos. A entrada em funcionamento está prevista para o primeiro trimestre de 2027.
- A nova linha terá cerca de dois quilómetros de extensão, visando reforçar a oferta de transporte público, melhorar a conectividade da rede e reduzir tempos de deslocação urbana.
- O projeto faz parte de uma estratégia integrada de mobilidade para a zona central de Lisboa, com impacto esperado nos padrões de tráfego e na mobilidade de residentes e visitantes.
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