- Em abril, o valor mediano de avaliação bancária na habitação fixou-se em 2.174 euros por metro quadrado, mais 1,1% em relação a março e 16,5% acima de abril de 2025.
- Foram realizadas 34.483 avaliações (21.518 apartamentos e 12.965 moradias), mais 5% que março, mas 3,6% abaixo de abril de 2024.
- O nº de avaliações cresce numa continuação de dinamismo do mercado, com tendência de subida de preços, enquanto as taxas de juros variáveis e fixas sobem e o supervisor bancário prepara alterações em critérios de concessão de novos empréstimos.
- Entre as zonas, Açores aumentou 4,1% em relação a março; em termos homólogos, a Península de Setúbal registou a maior subida, 24,0%.
- Valores por tipo: apartamentos passaram a 2.546 euros/m², +21% vs. abril de 2025; moradias, 1.561 euros/m², +12,7% comparando com abril de 2024.
Entre abril e o mês anterior, o valor mediano de avaliação bancária na habitação atingiu um novo máximo histórico, fixando-se em 2174 euros por m². O aumento é de 1,1% face a março e de 16,5% face a abril de 2025, revela o INE.
No total de avaliações realizadas, registaram-se 34.483 operações, com 21.518 apartamentos e 12.965 moradias. O número representa um aumento de 5% em relação ao mês anterior, mas uma queda de 3,6% na comparação anual.
O mercado residencial mantém dinamismo, com preço e pedidos de crédito a subir, apesar das taxas de juros, tanto variáveis como fixas. O banco central supervisiona a evolução e prepara ajustes nos critérios de concessão de crédito a novos empréstimos.
Região Autónoma dos Açores destacou-se pelo maior aumento mensal (4,1%), sem descidas registadas. Em termos anuais, a Península de Setúbal teve a subida mais expressiva (24,0%), também sem quedas.
Para apartamentos, o valor mediano em abril ficou em 2546 euros/m², mais 21% que em 2025. Grandes Lisboa e Algarve mostraram as cotações mais elevadas, com 3352 euros/m² e 2910 euros/m², respetivamente.
Nos moradias, o valor mediano atingiu 1561 euros/m², subindo 12,7% face a 2025. Os distritos com maiores valores foram Grande Lisboa (2843 euros/m²) e Algarve (2667 euros/m²).
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